Foi fácil demais para o Flamengo vencer o Friburguense na noite de quarta-feira, abrindo a sexta rodada no Campeonato Estadual do Rio de Janeiro 2013. A fragilidade da equipe de Nova Friburgo era flagrante, mas há que se elogiar também aqueles que ajudaram a construir o resultado para o Rubronegro da Gávea.
Autor dos dois primeiros gols, Hernane isolou-se ainda mais como goleador no torneio, agora com sete. Foram dois gols logo no início. Aos cinco minutos, aproveitou-se de saída mal-sucedida do goleiro Afonso após cobrança de escanteio pelo lado direito e mandou para a rede. Aos onze, novo cruzamento da direita, só que dessa vez com bola rolando e, em vez de vacilo do goleiro, foi o sistema defensivo como um todo que facilitou a vida de Hernane, que novamente concluiu na rede. Dois gols muito simples, dois gols muito tranquilos, mas ultimamente o simples e o tranquilo vinham sendo bastante complexos para os centroavantes do Flamengo, com direito a gols perdidos por Deivid e Vágner Love que podíamos chamar de absurdos. Muito menos badalado que aqueles dois, Hernane vai cumprindo o ofício de atacante.
Mas quem realmente roubou a cena em Macaé foi o jovem Rafinha. Autor da assistência para o segundo gol de Hernane, ele ainda marcaria um golaço aos sete minutos do segundo tempo e faria o passe para Cléber Santana fechar a goleada, oito minutos mais tarde. Se no Flamengo muito se falava de jovens como Adryan e Thomás, é Rafinha quem está se apresentando como maior promessa ofensiva no clube. Tudo bem, o Estadual não serve de parâmetro para um Campeonato Brasileiro, por exemplo, o adversário esteve muito longe de impôr alguma dificuldade etc e tal. Mas talento a gente identifica em qualquer campo. Inclusive no gramado horroroso de Macaé. Partidaça de Rafinha, olho nele.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Vitória, Invencibilidade E Classificação Antecipada
O ano de 2012 caminha muito bem para o Botafogo, obrigado. No domingo de Páscoa, a equipe recebeu o Friburguense no estádio Engenhão e venceu por 3a1 a partida válida pela 7ª rodada na Taça Rio, conseguindo classificação antecipada para a fase semifinal graças ao tropeço do Resende, que empatou em 1a1 com o Volta Redonda.
Sebastián "El Loco" Abreu (que atuara pela última vez no jogo de volta com o Treze, pela Copa do Brasil, tendo sido poupado das partidas com Duque de Caxias, Fluminense e Guarani), atuou como titular e deixou sua marca, abrindo o placar. Herrera, que entrou no lugar do capitão uruguaio, marcou os outros dois gols do Alvinegro de General Severiano - o gol do Friburguense foi marcado por Douglas Rosa.
O jogo
Com Andrezinho centralizado, Elkeson e Fellype Gabriel abertos pelos flancos e "Loco" Abreu como referência na frente, o Botafogo não demorou a encaixar seu jogo e mostrar quem é que manda no Engenhão. Mesmo assim, pequenos descuidos na defesa renderam alguns sustos aos impacientes torcedores alvinegros, que viram Jéfferson salvar a equipe aos nove minutos (bloqueando chute de Ricardinho) e aos vinte e quatro minutos (defendendo lindamente pênalti cobrado por Rômulo no canto direito, em infração apitada pelo árbitro Eduardo Cordeiro Guimarães quando, na realidade, Marcelo Mattos sequer tocou no adversário que caiu na área).
Com trinta e quatro minutos, Andrezinho ia dando enfiada de bola para servir um companheiro e o produto acabou saindo melhor que a encomenda: ao tentar fazer o corte, o jogador do Friburguense encaminhou a bola para Abreu, que pegou de primeira e concluir com a perna esquerda. 1a0 Botafogo.
O placar persistiu até o intervalo, mas chances de ampliar a diferença existiram. Aos quarenta e dois minutos, uma boa troca de passes deixou Fellype Gabriel de frente com o gol e, praticamente da marca do pênalti, o jogador chutou à esquerda da meta. No último lance da etapa inicial, Elkeson só não marcou um golaço de fora da área porque o goleiro Marcos espalmou lindamente.
Na volta do intervalo, a primeira chance mais clara de gol foi do Botafogo: aos catorze minutos, Elkeson recebeu em boas condições e chutou cruzado, carimbando a trave esquerda. No rebote, Abreu isolou ao bater na bola com a perna direita.
A entrada de Herrera no lugar de Abreu aumentou a movimentação no ataque botafoguense. Eram muitas trocas de passes, muitas aproximações do gol, mas em algumas vezes o time pecava pelo excesso de toques na bola. De toda forma, saiu o segundo gol aos trinta e seis minutos: em posição duvidosa, Fellype Gabriel recebeu em velocidade pela direita e tocou para Herrera, que concluiu e marcou 2a0.
É dito no futebol que 2a0 é um placar perigoso, e o perigo se torna ainda maior quando um jogador de defesa dá a bola de presente para um adversário. Foi o que aconteceu com o zagueiro Antônio Carlos, que saiu jogando errado e "serviu" Douglas aos quarenta minutos. O chute ainda desviou em Fábio Ferreira para enganar o goleiro Jéfferson, indo parar no canto direito.
Só que o risco de deixar a vitória escapar numa partida em que era flagrantemente superior foi minimizado logo no minuto seguinte: Márcio Azevedo acelerou a jogada avançando rapidamente com a bola dominada, tocou para Renato e o meio-campista, destaque na partida diante do Guarani, bateu na bola aparentando chutar ao gol, mas acabou foi dando uma assistência para Herrera marcar seu segundo gol no jogo, o terceiro do Botafogo.
Para a próxima partida, a tendência é que o treinador Oswaldo de Oliveira poupe alguns jogadores - já classificado no Estadual, o Botafogo tem com o Guarani uma partida eliminatória pela Copa do Brasil apenas três dias depois de visitar o Boavista. Oswaldo de Oliveira que deu uma declaração interessante sobre o lance em que Antônio Carlos vacilou (o do gol do Friburguense):
Já o Friburguense de Gérson Andreotti, vice-lanterna no grupo B, encerra sua participação no Campeonato Estadual Fluminense 2012 diante do Bonsucesso, sem chances de classificação nem riscos de despromoção. O Bonsucesso, este sim, jogará buscando a permanência na primeira divisão estadual.
Leia também o tópico sobre a fórmula de disputa do Campeonato Estadual no Rio de Janeiro.
Sebastián "El Loco" Abreu (que atuara pela última vez no jogo de volta com o Treze, pela Copa do Brasil, tendo sido poupado das partidas com Duque de Caxias, Fluminense e Guarani), atuou como titular e deixou sua marca, abrindo o placar. Herrera, que entrou no lugar do capitão uruguaio, marcou os outros dois gols do Alvinegro de General Severiano - o gol do Friburguense foi marcado por Douglas Rosa.
O jogo
Com Andrezinho centralizado, Elkeson e Fellype Gabriel abertos pelos flancos e "Loco" Abreu como referência na frente, o Botafogo não demorou a encaixar seu jogo e mostrar quem é que manda no Engenhão. Mesmo assim, pequenos descuidos na defesa renderam alguns sustos aos impacientes torcedores alvinegros, que viram Jéfferson salvar a equipe aos nove minutos (bloqueando chute de Ricardinho) e aos vinte e quatro minutos (defendendo lindamente pênalti cobrado por Rômulo no canto direito, em infração apitada pelo árbitro Eduardo Cordeiro Guimarães quando, na realidade, Marcelo Mattos sequer tocou no adversário que caiu na área).
Com trinta e quatro minutos, Andrezinho ia dando enfiada de bola para servir um companheiro e o produto acabou saindo melhor que a encomenda: ao tentar fazer o corte, o jogador do Friburguense encaminhou a bola para Abreu, que pegou de primeira e concluir com a perna esquerda. 1a0 Botafogo.
O placar persistiu até o intervalo, mas chances de ampliar a diferença existiram. Aos quarenta e dois minutos, uma boa troca de passes deixou Fellype Gabriel de frente com o gol e, praticamente da marca do pênalti, o jogador chutou à esquerda da meta. No último lance da etapa inicial, Elkeson só não marcou um golaço de fora da área porque o goleiro Marcos espalmou lindamente.
Na volta do intervalo, a primeira chance mais clara de gol foi do Botafogo: aos catorze minutos, Elkeson recebeu em boas condições e chutou cruzado, carimbando a trave esquerda. No rebote, Abreu isolou ao bater na bola com a perna direita.
A entrada de Herrera no lugar de Abreu aumentou a movimentação no ataque botafoguense. Eram muitas trocas de passes, muitas aproximações do gol, mas em algumas vezes o time pecava pelo excesso de toques na bola. De toda forma, saiu o segundo gol aos trinta e seis minutos: em posição duvidosa, Fellype Gabriel recebeu em velocidade pela direita e tocou para Herrera, que concluiu e marcou 2a0.
É dito no futebol que 2a0 é um placar perigoso, e o perigo se torna ainda maior quando um jogador de defesa dá a bola de presente para um adversário. Foi o que aconteceu com o zagueiro Antônio Carlos, que saiu jogando errado e "serviu" Douglas aos quarenta minutos. O chute ainda desviou em Fábio Ferreira para enganar o goleiro Jéfferson, indo parar no canto direito.
Só que o risco de deixar a vitória escapar numa partida em que era flagrantemente superior foi minimizado logo no minuto seguinte: Márcio Azevedo acelerou a jogada avançando rapidamente com a bola dominada, tocou para Renato e o meio-campista, destaque na partida diante do Guarani, bateu na bola aparentando chutar ao gol, mas acabou foi dando uma assistência para Herrera marcar seu segundo gol no jogo, o terceiro do Botafogo.
Para a próxima partida, a tendência é que o treinador Oswaldo de Oliveira poupe alguns jogadores - já classificado no Estadual, o Botafogo tem com o Guarani uma partida eliminatória pela Copa do Brasil apenas três dias depois de visitar o Boavista. Oswaldo de Oliveira que deu uma declaração interessante sobre o lance em que Antônio Carlos vacilou (o do gol do Friburguense):
"O Antônio Carlos ficou estupefato com o próprio erro e ficou sem reação. Tem que ter reação. Não pode se entregar. Eu fico mais preocupado com a reação do que com o próprio lance. Já vi acontecendo com grandes zagueiros. Não pode se entregar"Oswaldo de Oliveira que, falando nele, protagonizou bonita cena, ao sair de mãos dadas com os jogadores no momento da saída do campo rumo ao vestiário, mostrando para a torcida que o grupo está unido (uma resposta elegante àqueles "torcedores" mais impacientes que vaiaram alguns "escolhidos").
Já o Friburguense de Gérson Andreotti, vice-lanterna no grupo B, encerra sua participação no Campeonato Estadual Fluminense 2012 diante do Bonsucesso, sem chances de classificação nem riscos de despromoção. O Bonsucesso, este sim, jogará buscando a permanência na primeira divisão estadual.
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domingo, 18 de março de 2012
Flamengo Leva Sustos, Mas Acaba Vencendo Friburguense Em Macaé
Desfalcado de jogadores como Renato Abreu, Ronaldinho Gaúcho, Deivid e Vágner Love, o Flamengo de Joel Santana esbarrou na própria falta de entrosamento e na grande atuação do goleiro Marcos, mas mesmo assim conseguiu sair de Macaé com uma vitória sobre o Friburguense. Os três pontos foram conquistados com dificuldades, tendo o único gol do jogo sido marcado aos trinta e seis minutos na etapa complementar - um passe de Paulo Sérgio para conclusão de Kléberson, dois atletas que começaram a partida na condição de suplentes.
Com o resultado, o Flamengo chega aos nove pontos ganhos após quatro rodadas disputadas na Taça Rio (o segundo turno no Campeonato Estadual Fluminense). Já o Friburguense, que integra o grupo B, soma um único ponto nesses quatro jogos.
O jogo
Os primeiros dez minutos de partida foram de pressão do Friburguense. A equipe colocou o goleiro Felipe para trabalhar - e ele trabalhou bem em seu retorno às partidas oficiais, mostrando segurança na maioria das bolas em que foi exigido. A equipe colocou bola na trave em finalizaçao de Ziquinha. Só que a grande oportunidade de tirar o zero do placar no primeiro tempo deu-se quando o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães inventou uma penalidade máxima em jogada onde Thomás caiu na área sem ser derrubado. O meia argentino Darío Bottinelli encarregou-se da cobrança e deparou-se com o goleiro adversário praticamente encostado no poste direito. E Bottinelli caiu na armadilha de Marcos, que movimentou-se em direção ao meio e retornou para a posição anterior, antevendo a reação do batedor e conseguindo defender o pênalti. Aliás, Marcos defendeu também a finalização de Diego Maurício, na seqüência do lance, em intervenção talvez tão difícil quanto a anterior.
Sem criatividade na frente, o Flamengo facilitava o trabalho da defesa do time de Nova Friburgo - e olha que não estamos falando aqui de uma zaga de maiores qualidades, com direito a alguns erros primários de marcação. E a última chegada mais aguda no primeiro tempo foi de Ziquinha, que chutou forte uma bola que quicou antes de chegar ao gol e dificultou a ação do goleiro Felipe, que conseguiu rebater em escanteio. Veio o intervalo e, por mais que o Flamengo não atuasse bem, a torcida em nenhum momento deixou de apoiar a equipe. Joel não realizou qualquer substituição e o panorama da partida seguia apontando para um equilíbrio. Diego Maurício, que olhava mais para a bola do que para a frente, continuava desperdiçando oportunidades. Ziquinha seguia dando trabalho. E, a partir dos dezenove minutos, Bottinelli começou a ser vaiado por uma torcida que parecia perder a paciência que lhe restava.
Só que veio a parada técnica e, depois dela, o Fla passou a sobressair em campo. Não chegava a ser um domínio absoluto, mas a equipe conseguia causar complicações ao adversário dado as movimentações de Negueba (que entrara no lugar de Bottinelli), Diego Maurício e Paulo Sérgio. Pouco antes do gol, Joel teria orientado seus comandados com a seguinte instrução (informação do repórter Sandro Gama): 'é para o Kléberson ir para a direita e o Negueba para a esquerda - façam isso agora'. Pois bem. Aos trinta e seis, Paulo Sérgio acionou Kléberson (que estava centralizado naquele momento) e o experiente meio-campista chutou rasteiro uma bola que ainda desviou no goleiro Marcos antes de estufar a rede. Teria sido uma profecia do treinador ou no lance ainda não haviam obedecido a recomendação dele? O fato é que o Flamengo ainda levou um susto aos quarenta e um minutos, mas o cabeceio de Lucas para o fundo do gol foi invalidado com correta marcação de impedimento. De empate cedido no final, bastava aquele de quinta-feira, pela Libertadores da América...
Com o resultado, o Flamengo chega aos nove pontos ganhos após quatro rodadas disputadas na Taça Rio (o segundo turno no Campeonato Estadual Fluminense). Já o Friburguense, que integra o grupo B, soma um único ponto nesses quatro jogos.
O jogo
Os primeiros dez minutos de partida foram de pressão do Friburguense. A equipe colocou o goleiro Felipe para trabalhar - e ele trabalhou bem em seu retorno às partidas oficiais, mostrando segurança na maioria das bolas em que foi exigido. A equipe colocou bola na trave em finalizaçao de Ziquinha. Só que a grande oportunidade de tirar o zero do placar no primeiro tempo deu-se quando o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães inventou uma penalidade máxima em jogada onde Thomás caiu na área sem ser derrubado. O meia argentino Darío Bottinelli encarregou-se da cobrança e deparou-se com o goleiro adversário praticamente encostado no poste direito. E Bottinelli caiu na armadilha de Marcos, que movimentou-se em direção ao meio e retornou para a posição anterior, antevendo a reação do batedor e conseguindo defender o pênalti. Aliás, Marcos defendeu também a finalização de Diego Maurício, na seqüência do lance, em intervenção talvez tão difícil quanto a anterior.
Marcos, que fez uma movimentação pouco comum antes da cobrança de pênalti, defende com as pernas o chute de Bottinelli: goleiro do Friburguense foi um dos destaques na partida.
Sem criatividade na frente, o Flamengo facilitava o trabalho da defesa do time de Nova Friburgo - e olha que não estamos falando aqui de uma zaga de maiores qualidades, com direito a alguns erros primários de marcação. E a última chegada mais aguda no primeiro tempo foi de Ziquinha, que chutou forte uma bola que quicou antes de chegar ao gol e dificultou a ação do goleiro Felipe, que conseguiu rebater em escanteio. Veio o intervalo e, por mais que o Flamengo não atuasse bem, a torcida em nenhum momento deixou de apoiar a equipe. Joel não realizou qualquer substituição e o panorama da partida seguia apontando para um equilíbrio. Diego Maurício, que olhava mais para a bola do que para a frente, continuava desperdiçando oportunidades. Ziquinha seguia dando trabalho. E, a partir dos dezenove minutos, Bottinelli começou a ser vaiado por uma torcida que parecia perder a paciência que lhe restava.
Só que veio a parada técnica e, depois dela, o Fla passou a sobressair em campo. Não chegava a ser um domínio absoluto, mas a equipe conseguia causar complicações ao adversário dado as movimentações de Negueba (que entrara no lugar de Bottinelli), Diego Maurício e Paulo Sérgio. Pouco antes do gol, Joel teria orientado seus comandados com a seguinte instrução (informação do repórter Sandro Gama): 'é para o Kléberson ir para a direita e o Negueba para a esquerda - façam isso agora'. Pois bem. Aos trinta e seis, Paulo Sérgio acionou Kléberson (que estava centralizado naquele momento) e o experiente meio-campista chutou rasteiro uma bola que ainda desviou no goleiro Marcos antes de estufar a rede. Teria sido uma profecia do treinador ou no lance ainda não haviam obedecido a recomendação dele? O fato é que o Flamengo ainda levou um susto aos quarenta e um minutos, mas o cabeceio de Lucas para o fundo do gol foi invalidado com correta marcação de impedimento. De empate cedido no final, bastava aquele de quinta-feira, pela Libertadores da América...
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
Diego Souza Decide E Vasco Continua 100%
Só há um time com quatro vitórias nessas primeiras quatro rodadas de Taça Guanabara: o Vasco, que nesse domingo venceu o bem organizado time do Friburguense pelo placar de 2a0. Se pensarmos que ano passado o Clube da Colina teve seu pior início de temporada colecionando derrotas nessa mesma competição (período que culminou com a demissão do então treinador Paulo César Gusmão), é indubitável que o ano de 2012 começa para o Cruzmaltino melhor do que o anterior.
Os gols da partida foram marcados ambos por Diego Souza, sempre aproveitando assistência do capitão Juninho Pernambucano. O próximo jogo do Vasco pelo Campeonato Estadual será domingo, dia doze, no clássico com o Fluminense (ainda sem local definido). O Friburguense, por sua vez, recebe no estádio Eduardo Guinle a equipe do Boavista, em partida agendada para o dia oito. Só que a torcida vascaína, nesse presente momento, volta as atenções para a Copa Libertadores da América: quarta-feira, dia oito, o time comandado por Cristóvão Borges (Ricardo Gomes segue fazendo recuperação, conseguindo realizar caminhadas sem uso de muletas) estréia na competição continental em São Januário, diante do uruguaio Nacional.
O jogo
Sob um forte calor na tarde de verão carioca, Nilton deu sinais de estar de cabeça quente: já no primeiro minuto de partida, o volante vascaíno deu entrada desleal daquelas dignas de cartão vermelho e suspensão longa, mas foi punido com um simples cartão amarelo por parte do árbitro Grazianni Rocha. No minuto seguinte, uma entrada muito menos violenta - de Ziquinha em Rodolfo - rendeu o mesmo cartão amarelo para o jogador do Friburguense, deixando dúvidas sobre os critérios disciplinares usados pelo apitador.
Com bola rolando, os primeiros quinze minutos de partida tiveram amplo domínio da equipe visitante. Trabalhando bem a bola e atuando quase que exclusivamente no campo de ataque, o time comandado por Gérson Andreotti sufocava o Vasco e se aproximava do gol variando as jogadas ofensivas. Só que o futebol está entre aqueles esportes que costumam castigar a falta de eficiência: no finalzinho do primeiro tempo, Juninho Pernambucano cobrou escanteio pela direita e Diego Souza cabeceou no ângulo direito do goleiro Marcos, abrindo o placar para o Vasco e mascarando com o resultado os acontecimentos vistos até então.
No intervalo, Cristóvão Borges promoveu duas alterações: saíram Fellipe Bastos e Allan, entraram Eduardo Costa e Felipe. O time do Vasco logo mostrou uma subida de produção, embora sem exercer o mesmo domínio que seu adversário exercera na etapa inicial. Mas nem precisava: aos catorze minutos, Juninho lançou Diego Souza com maestria e o camisa dez fez tudo como manda o figurino, dominando, ajeitando e finalizando de maneira consciente, deslocando o goleiro. Belo gol do Vasco e 2a0 no placar.
Gérson Andreotti tentou dar novo ânimo ao Friburguense através de mudanças de jogadores, só que o rendimento do time caiu abruptamente - emobra vez ou outra ainda conseguisse dar trabalho para a dupla de defesa formada por Dedé e Rodolfo. Aos trinta e cinco minutos, Cristóvão trocou Juninho (que passou a braçadeira para Eduardo) por Bernardo, e o camisa oito saiu ovacionado pelo público presente. Nos minutos finais, a jogada que mais teve cara de gol foi um contra-ataque fulminante vascaíno: aos quarenta e cinco minutos, o goleiro Alessandro fez ligação direta acionando Bernardo, este cruzou de primeira para Alecsandro, que, também de prima, finalizou. Em apenas três toques o Vasco chegaria ao terceiro gol, mas o goleiro Marcos atuou bem e bloqueou a finalização do centroavante, conservando o 2a0 no placar.
Os gols da partida foram marcados ambos por Diego Souza, sempre aproveitando assistência do capitão Juninho Pernambucano. O próximo jogo do Vasco pelo Campeonato Estadual será domingo, dia doze, no clássico com o Fluminense (ainda sem local definido). O Friburguense, por sua vez, recebe no estádio Eduardo Guinle a equipe do Boavista, em partida agendada para o dia oito. Só que a torcida vascaína, nesse presente momento, volta as atenções para a Copa Libertadores da América: quarta-feira, dia oito, o time comandado por Cristóvão Borges (Ricardo Gomes segue fazendo recuperação, conseguindo realizar caminhadas sem uso de muletas) estréia na competição continental em São Januário, diante do uruguaio Nacional.
O jogo
Sob um forte calor na tarde de verão carioca, Nilton deu sinais de estar de cabeça quente: já no primeiro minuto de partida, o volante vascaíno deu entrada desleal daquelas dignas de cartão vermelho e suspensão longa, mas foi punido com um simples cartão amarelo por parte do árbitro Grazianni Rocha. No minuto seguinte, uma entrada muito menos violenta - de Ziquinha em Rodolfo - rendeu o mesmo cartão amarelo para o jogador do Friburguense, deixando dúvidas sobre os critérios disciplinares usados pelo apitador.
Com bola rolando, os primeiros quinze minutos de partida tiveram amplo domínio da equipe visitante. Trabalhando bem a bola e atuando quase que exclusivamente no campo de ataque, o time comandado por Gérson Andreotti sufocava o Vasco e se aproximava do gol variando as jogadas ofensivas. Só que o futebol está entre aqueles esportes que costumam castigar a falta de eficiência: no finalzinho do primeiro tempo, Juninho Pernambucano cobrou escanteio pela direita e Diego Souza cabeceou no ângulo direito do goleiro Marcos, abrindo o placar para o Vasco e mascarando com o resultado os acontecimentos vistos até então.
No intervalo, Cristóvão Borges promoveu duas alterações: saíram Fellipe Bastos e Allan, entraram Eduardo Costa e Felipe. O time do Vasco logo mostrou uma subida de produção, embora sem exercer o mesmo domínio que seu adversário exercera na etapa inicial. Mas nem precisava: aos catorze minutos, Juninho lançou Diego Souza com maestria e o camisa dez fez tudo como manda o figurino, dominando, ajeitando e finalizando de maneira consciente, deslocando o goleiro. Belo gol do Vasco e 2a0 no placar.
Gérson Andreotti tentou dar novo ânimo ao Friburguense através de mudanças de jogadores, só que o rendimento do time caiu abruptamente - emobra vez ou outra ainda conseguisse dar trabalho para a dupla de defesa formada por Dedé e Rodolfo. Aos trinta e cinco minutos, Cristóvão trocou Juninho (que passou a braçadeira para Eduardo) por Bernardo, e o camisa oito saiu ovacionado pelo público presente. Nos minutos finais, a jogada que mais teve cara de gol foi um contra-ataque fulminante vascaíno: aos quarenta e cinco minutos, o goleiro Alessandro fez ligação direta acionando Bernardo, este cruzou de primeira para Alecsandro, que, também de prima, finalizou. Em apenas três toques o Vasco chegaria ao terceiro gol, mas o goleiro Marcos atuou bem e bloqueou a finalização do centroavante, conservando o 2a0 no placar.
Cristóvão Borges cumprimenta Juninho Pernambucano: meio-campista foi decisivo ao dar as duas assistências para os gols de Diego Souza e deixou o campo sob o som dos aplausos.
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