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sábado, 6 de julho de 2013

Campeonato Brasileiro Voltou. Já O Futebol...

Após a paralisação compulsória no Campeonato Brasileiro para que os olhares se voltassem à Copa das Confederações (leia-se Copa das Manifestações), a liga nacional tupiniquim está de volta. Não foi um retorno dos mais empolgantes - pelo menos não para quem assistiu a partida entre Atlético Paranaense e Grêmio, na Vila Capanema. Jogo de primeiro tempo tão ruim, mas tão ruim, que deixa a gente em dúvida sobre o que os elencos atleticano e gremista estariam fazendo no período de recesso. Treinando futebol, será? Porque o que se viu em campo naqueles pouco mais de quarenta e cinco minutos iniciais passa longe daquilo que nos entusiasma a acompanhar um esporte tão apaixonante.

Mas veio o segundo tempo e, se a partida não ficou lá grandes coisas (e não ficou mesmo), pelo menos a qualidade do jogo melhorou um pouco. Até porque piorar seria difícil... Renato Gaúcho (que alguns resolveram chamar de Portalupe), tinha em suas mãos um time desorganizado mas disposto. Resolveu tentar buscar a vitória diante de um adversário ligeiramente superior taticamente, mas no exato momento em que preparava a substituição, viu o time mandante abrir o placar com Pedro Botelho. Manteve as alterações e foi premiado: em assistência de Max Rodrígues, uruguaio que fazia sua estréia recém-saído do banco, Barcos empatou a partida após escapar da marcação do autor do gol rubronegro.

Para mais detalhes sobre os acontecimentos, acesse #CAPGre no perfil https://twitter.com/jogandoagora. Mas, honestamente, não houve muito mais do que o relatado nessa breve postagem. Que o Campeonato Brasileiro nos reserve muitos jogos muito melhores do que esse.

Outros jogos

Se Renato Gaúcho (re)reestreou no Grêmio hoje, Mano Menezes fez sua estréia no Flamengo também neste sábado. A equipe carioca levou a partida para Brasília e, diante do Coritiba, até chegou a abrir 2a0. Mas acabou vendo o alviverde paranaense buscar o empate no estádio Mané Garrincha.

Na Arena Pernambuco, mais um estádio-sede na Copa das Manifestações, o Náutico foi goleado pela Ponte Preta: 3a0. Resultado que tira o alvinegro de Campinas da zona de rebaixamento e que coloca o alvirrubro pernambucano na lanterna na competição.

No momento desta publicação, a Portuguesa vai vencendo o Cruzeiro por 1a0, em partida iniciada às 21h de Brasília (horário de almoço de domingo para muitos habitantes na Ásia).

sábado, 21 de julho de 2012

Atlético E Vitória: Dois Rubronegros Querendo Subir

Duas das equipes de maior expressão na Série B brasileira jogaram hoje pela 12ª rodada na competição que dá acesso à Série A 2013. Como a Arena da Baixada, moderno estádio de propriedade atleticana, está interditada para obras visando a Copa do Mundo 2014, a partida foi disputada em Paranaguá.

Apesar de serem dois clubes que carregam a responsabilidade de terminar a competição entre as quatro primeiras colocações, o que se viu foi um jogo fraco, principalmente do ponto de vista tático. Pior para o time da casa, que desperdiçou duas chances clarrísimas de gol (ambas em finalizações de Marcelo Cirino após jogadas de Bruno Furlán) e viu o adversário vencer a partida com gol de Leílson Oliveira, aos trinta e dois minutos do segundo tempo.

O que há de melhor no time do Vitória me parece ser a capacidade de se organizar em campo. Por mais que tenha tomado alguns sustos e só não tenha sido derrotado devido aos desperdícios bisonhos de Cirino, a equipe comandada por Paulo César Carpeggiani (treinador com passagem pelo Atlético Paranaense) mostrou saber o que queria no jogo, mantendo o foco em atacar mesmo após a abertura no placar. A presença de Tartá entre os suplentes é um ótimo recurso para dar velocidade quando necessário, num time qua ainda conta com Pedro Ken, Marquinhos e Marcelo Nicácio - nenhum time brasileiro fez mais gols esse ano que o Vitória.

Já no Atlético Paranaense, a torcida parece ser o maior patrimônio de um time que tem muito o que melhorar para conquistar um lugar entre os quatro primeiros lugares no torneio. Cantando praticamente o tempo todo, os adeptos da equipe deram um espetáculo à parte nas arquibancadas, sobretudo no setor destinado aos membros da facção "Os Fanáticos". Para tristeza dos torcedores, a equipe não correspondeu dentro de campo. Mas nem tudo está perdido: comandado por Jorginho (treinador que é o atual campeão na competição, tendo dirigido a Portuguesa), é bem provável que o time vá evoluir ao longo do torneio. Acontece que não basta evolução: essa torcida quer - e merece - ver o seu time de volta na 1ª divisão.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sob Chuva No Engenhão, Fogão Vence Furacão No Brasileirão

Diante de mais de 26.000 presentes no estádio Engenhão, o Botafogo confirmou o favoritismo diante do Atlético Paranaense e venceu a partida por 2a0 (gols de Antônio Carlos, ex-jogador do "Furacão", e Sebastián "El Loco" Abreu, que nessa segunda-feira celebra aniversário de 35 anos). A equipe comandada por Caio Júnior segue firme na disputa pelo título, e pode assumir a liderança na quarta-feira em caso de vitória sobre o Santos. Em 18º lugar, o Atlético não terá facilidades na tentativa de se manter na Série A.

O jogo

O Alvinegro começou melhor, tomou a iniciativa e conseguiu em alguns momentos sufocar o oponente. Com dez minutos, o atacante argentino Germán Herrera emendou bonito chute próximo à marca do pênalti e só não estufou a rede porque o goleiro Renan Rocha conseguiu linda defesa ao saltar para a esquerda. Seis minutos depois, Renato cobrou falta pelo lado esquerdo e o zagueiro Antônio Carlos mostrou seu faro de goleador, antecipando-se a Renan Rocha e cabeceando para abrir a contagem.

Em vantagem no placar, a intensidade do Botafogo diminuiu - o que não se justifica. Comandados pela experiência de Paulo Baier (que cadenciava o jogo e cavava faltas sempre que possível), o Rubronegro Paranaense ia chegando ao ataque com maior freqüência. E teve grande chance de empatar o jogo aos quarenta e cinco minutos: o atacante uruguaio Santiago Damián "El Morro" García (que teve flagrada presença de cocaína em exame antidopagem quando atuava no futebol uruguaio) pegou sobra de bola em liberdade na área, ficou de frente com o goleiro Jéfferson, chutou rasteiro, mas o arqueiro botafoguense e da seleção brasileira rebateu magnificamente com a perna direita.

Antônio Lopes resolveu aumentar a experiência no meio-campo e voltou para o segundo tempo com Cléber Santana no lugar de Renan Foguinho. Com a marcação mais adiantada que na etapa inicial, o Atlético parecia com maior ímpeto de chegar ao empate. Sem conseguir encaixar um contra-ataque e vendo o adversário subir de produção, Caio Júnior optou por colocar Felipe Menezes no lugar de Germán Herrera, que saiu aplaudido. Maicosuel e Elkeson seguiam atuando num nível abaixo ao que se espera deles, e o jogo seguia aberto. Aos vinte e nove minutos, Marcinho passou para Adaílton (que entrara no lugar de "Morro" García) e o atacante parou em nova defesa de Jéfferson. Cinco minutos mais tarde, o zagueiro Manoel derrubou Antônio Carlos numa disputa de bola pelo alto após levantamento de Felipe Menezes. Nielson Nogueira Dias, que tinha atuação bastante irregular e irritava os torcedores alvinegros, dessa vez marcou penalidade máxima no lance. Coube a Sebastián "El Loco" Abreu convertê-la e confirmar a vitória, para alegria nas arquibancadas.

domingo, 24 de outubro de 2010

Em Jogo Pegado, Flu Consegue Pontuar Na Arena

Buscando duas vezes o empate, o Fluminense conseguiu voltar da Arena da Baixada com um ponto na bagagem. É um ponto que pode valer a liderança na competição, pois obriga o Cruzeiro a não perder o clássico mineiro, em andamento nesse momento. O Atlético Paranaense vai a 47 pontos, não conseguindo entrar no GL.

O jogo

A torcida atleticana marcou presença e o time buscava corresponder dentro das quatro linhas. Porém, o primeiro tempo - e o jogo como um todo - se caracterizou mais pela dedicação de ambas as marcações do que pela criatividade das equipes. As chances de gol eram escassas e surgiam basicamente em lances de bola parada: os goleiros Ricardo Berna e Neto foram até a altura do travessão para fazerem bonitas intervenções.

Na etapa complementar, a "pegada" continuava. Mas os gols apareceram. O primeiro aconteceu aos 16 minutos: Paulo Baier levantou na área e Washington - que já foi artilheiro com a camisa adversária - cabeceou contra o patrimônio e colocou o Furacão na frente. O time da casa encontrava espaços para contra-atacar e o individualismo de Guerrón impediu que o placar fosse ampliado: o equatoriano preferiu jogada individual a servir um companheiro, sofreu falta de Diguinho próximo da linha da grande área mas o árbitro Wilson Luiz Seneme ignorou solenemente a infração. Erro da arbitragem à parte, se o passe fosse dado a chance de sair o segundo gol era significativa. E o futebol castigou os atleticanos: o Fluminense circulava a bola no campo de ataque e não encontrava meios de penetrar na zaga rubronegra... então, de fora da área, Marquinho teve a felicidade de encaixar um chute certeiro no canto esquerdo, deixando tudo igual aos 24 minutos.

O Fluminense parecia mais consciente do que fazia com a bola enquanto o Atlético tinha dificuldades de trocar dois passes que fossem. Porém, aos 38', Wágner Diniz se mandou ao ataque pelo lado direito, invadiu a área sem maiores transtornos e encontrou o argentino Nieto, que devolveu (aparentemente sem querer, pois deu a entender que o objetivo do jogador era finalizar) e o lateral mandou pra rede, em posição duvidosa. É o típico lance que não dá para responsabilizar árbitro nem auxiliar, existindo esse tipo de polêmica pelo simples fato de a tecnologia não adentrar no futebol (adoraria que o Joseph Blatter pudesse ler isso, embora ache que ele seguiria adiando uma medida nesse sentido). Dúvidas à parte, 2a1 Atlético. E lá foi o Flu buscar o empate novamente. 3 minutos depois do gol sofrido, Tartá recebeu de Diguinho e foi derrubado infantilmente por Ivan González. Dentro da área é pênalti e Seneme marcou. Washington pegou a bola para fazer a cobrança mas teve a redonda capturada por Darío Conca. O argentino chamou a responsabilidade e soltou um chute forte no quadrante 2 para fazer 2a2.

Dentro de instantes, saberemos se o suado empate valeu a liderança ao término da 31ª rodada.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Quem Com Empate Fere, Com Empate Será Ferido

Botafogo e Atlético Paranaense se encontraram no Engenhão, ontem, em partida onde o foco de ambos os times era a aproximação do GL (grupo dos classificados para a próxima Libertadores, o qual foi reduzido de 4 para 3 clubes pela CONMEBOL). E, com o empate por 1a1, Bota e CAP acabaram tendo de se contentar com a 5ª e a 7ª colocação, respectivamente (há ainda 39 pontos em aberto e a concorrência pela classificação continental está acirrada: o atual 3º colocado é o Cruzeiro, com 4 pontos a frente dos cariocas e 6 dos paranaenses).

O jogo

Mesmo bastante desfalcado, o Botafogo adotou uma postura de envolver o adversário e tomou a iniciativa. O retorno de Jóbson ao ataque alvinegro foi fundamental nessa empreitada, que com seus dribles e grande agilidade causava preocupações na defesa atleticana. E o camisa 9 protagonizaria a jogada que abriria o placar: aos 22 minutos, Jóbson avançou pela direita, tabelou com Túlio Souza e tocou para Edno, que concluiu com precisão para fazer 1a0.

Houve ainda oportunidades de o placar ser ampliado na primeira etapa, mas a equipe da casa esbarrou nos próprios erros e na péssima atuação da auxiliar Márcia Caetano, que ouviu das arquibancadas o coro de "piranha" (qualquer semelhança com o tratamento a Ana Paula de Oliveira, em 2007, não é mera coincidência).

Na segunda etapa, o jogo mudou de figura: o Atlético subiu de produção e passou a ficar mais à vontade no gramado do Engenhão. Pode ser que isso tenha ocorrido pelo menor ímpeto alvinegro no jogo, mas também é possível que a causa dessa mudança de rendimento atleticano tenha contado com o dedo do treinador Paulo César Carpegiani, que no intervalo promoveu duas substituições: Wagner Diniz por Élder Granja e Chico por Paulo Baier. Aos 15', Carpegiani faria a 3ª e última mexida antes mesmo de Joel Santana acionar seus suplentes: entrou Thiago Santos no lugar de Maykon Leite.

O panorama do jogo era favorável ao Atlético, apesar do 1a0 persistir no placar. Joel, então, decidiu mexer: aos 19', entre aplausos e vaias, Lúcio Flávio deu lugar a Caio. 9 minutos depois, foi a vez de Túlio Souza deixar o campo e dar vaga para Renato Cajá. Aos 41', uma troca que custaria caro ao Botafogo: Edno saiu e quem entrou foi Elizeu, estreante na equipe. É bem verdade que Edno estava cansado e a mexida reforçaria o meio-campo, na finalidade de garantir os 3 pontos. De quebra, Edno teve a malandragem de custar a sair e forçar um cartão amarelo, ficando suspenso automaticamente de uma partida que já não poderia jogar por cláusula contratual (o Corinthians, próximo adversário do Botafogo, é detentor dos direitos do atleta). Porém, a participação de Elizeu foi desastrosa. O jovem volante errou a maioria dos passes que tentou fazer e, num deles, armou o contra-ataque atleticano: Branquinho interceptou a bola, abriu na direita com Guerrón, o equatoriano avançou, escapou de Fábio Ferreira e chutou com força para superar o goleiro Jéfferson.

No abafa, quase saiu o desempate alvinegro: aos 47', Marcelo Cordeiro levantou bola em cobrança de falta pela esquerda, o goleiro Neto afastou parcialmente e Caio emendou um chute da meia-lua, carimbando o travessão.

Se na quarta-feira o Botafogo buscou um empate heroicamente diante do Vasco, no domingo o mesmo estádio testemunhou um outro empate, dessa vez de sabor amargo, que teve o último gol também nos últimos instantes da partida. Tá explicado o título da postagem.

sábado, 17 de julho de 2010

Vasco Vence Em Jogo Com Mais Polêmica Do Que Futebol

Diante de apenas 4.530 pagantes, o Vasco da Gama venceu o Atlético por 3a1 e trocou de posição com o adversário, mantendo-se na zona de rebaixamento. A vitória foi tranqüila, mas marcada por escolhas polêmicas do árbitro pernambucano Nielson Dias: todas as opções duvidosas do juíz da partida beneficiaram a equipe da casa.

O jogo

A fina chuva que molhava o gramado de São Januário encorajava os jogadores a tentarem chutes de média-distância. Num deles, Jonathan arriscou da meia-lua, a bola quicou antes de chegar ao goleiro Neto e foi parar dentro do gol: 1a0 Vasco, aos 19 minutos.

5 minutos depois, Jonathan e Eli Sabiá disputavam espaço dentro da área e, após o braço do zagueiro surgir obstruindo a passagem do atacante, foi marcada penalidade máxima e mostrado cartão amarelo para o atleticano. Nunes foi para a cobrança e mandou no quadrante 12, com Neto deslocando-se para o lado esquerdo.

A situação da equipe visitante ficou definitivamente complicada aos 30': Chico foi dividir com Rômulo no meio-campo, deslizou no gramado molhado, o vascaíno caiu e o árbitro mostrou o cartão vermelho diretamente, deixando o Atlético com 10 jogadores. 6 minutos depois, Eli Sabiá não concordou com uma marcação do juíz e mostrou sua insatisfação jogando a bola contra o chão: recebeu o segundo amarelo e também foi expulso.

O Vasco quase ampliou aos 39', mas Neto conseguiu espalmar o chute venenoso de Carlinhos. Nos instantes finais da primeira etapa, um alento para o Furacão: após cobrança de escanteio pelo lado esquerdo, Nílton furou a tentativa de afastar e Bruno Mineiro não desperdiçou a oportunidade, descontando para 2a1.

No intervalo, PC Gusmão promoveu uma troca e PC Carpegiani duas: saíram Nílton, Paulo Baier e Branquinho para as entradas de Léo Gago, Deivid e Maikon Leite.

E quem efetivamente faria diferença seria Léo Gago, que entrou querendo mostrar serviço. Aos 3 minutos, um chute de fora da área carimbou o travessão. Mais tarde, nova tentativa e o chute saiu por cima. Aos 17' não teve erro: Gago mandou um chute rasteiro e acertou o canto esquerdo para fazer 3a1.

Se o Atlético estava atônito dentro de campo, fora dele não era muito diferente: Carpegiani optou por tirar Maikon Leite e colocar o zagueiro Bruno Costa, temendo provavelmente um placar mais elástico. Sem incomodar Fernando Prass em momento algum, o clube paranaense simplesmente se mantinha no campo de defesa - como o Vasco também não demonstrava muita inspiração, o placar de 3a1 se confirmou, levando o cruzmaltino à sua segunda vitória na competição. O Furacão somou a segunda derrota em dois jogos pós-Copa, tornando delicada a situação do treinador.

PCs Duelam Buscando Upgrade

Vasco e Atlético Paranaense fazem hoje, às 18:30h, no estádio São Januário, o único jogo da rodada entre duas equipes integrantes da zona de rebaixamento. Ambos os clubes jogam pela vitória para poderem deixar essa parte desagradável da tabela de classificação, até porque um empate nessa partida manteria os dois times por ali.

Paulo César Gusmão, invicto no Brasileiro (antes de estrear no empate sem gol diante do Goiás, havia deixado o Ceará com 5 vitórias e 2 empates), tem uma única dúvida: o meio-campo Jéfferson, com dores no músculo adutor da coxa direita, pode dar lugar para Allan.

Paulo César Carpegiani terá como único desfalque certo o zagueiro Manoel, que teve sua punição disciplinar mantida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O substituto será Eli Sabiá.

Veja o esboço das equipes para a partida de logo mais.

VASCO: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Titi e Ernani; Rafael Carioca, Nílton, Rômulo e Jéfferson (Allan); Jonathan e Nunes. Técnico: Paulo César Gusmão.

ATLÉTICO: Neto; Wágner Diniz, Rhodolfo, Eli Sabiá e Jean; Chico, Vítor (Fransérgio), Paulinho e Paulo Baier; Bruno Mineiro e Alex Mineiro. Técnico: Paulo César Carpegiani.

Para quem acredita em retrospecto, o Clube da Colina é franco favorito: nas 10 vezes que Vasco e Atlético se enfrentaram no Rio de Janeiro, foram 8 vitórias cruz-maltinas e 2 empates.


Vasco e Atlético encontram-se na zona de rebaixamento e com possibilidades de terminarem a rodada na lanterna da competição.