Com vitórias na quarta-feira e no domingo (ambas por 2a0), o Botafogo se aproximou da condição de líder no Campeonato Brasileiro 2011. Primeiro, a equipe venceu o atual líder Corinthians no estádio Pacaembu, com gols de Sebastián "El Loco" Abreu e Maicosuel. Depois, recebeu o Atlético Paranaense no estádio Engenhão e superou o adversário com gols de Antônio Carlos e... "Loco" Abreu. Se a seqüência de vitórias tiver continuidade na próxima quarta-feira, dia 19, no estádio Vila Belmiro, o Alvinegro será o novo líder na liga nacional. E por falar em Abreu, feliz aniversário ao uruguaio, que hoje completa 35 anos de nascimento.
Jogada da semana
O atacante Frederico Chaves Guedes, mais conhecido simplesmente como Fred, alcançou na última quinta-feira a marca de duzentos gols na carreira futebolística. Acostumado a balançar as redes adversárias (inclusive foi de Fred o gol mais rápido na história catalogada do futebol brasileiro), o camisa 9 do Fluminense marcou um gol belíssimo (o que também não é novidade para alguém do seu talento). Esse gol bicentenário é a jogada da semana. Aliás, nessa semana o Flu de Fred venceu o Coritiba por 3a1 e o Palmeiras por 2a1, com todos os cinco gols tricolores sendo marcados pelo mesmo jogador. A seguir, o primeiro, digo, o ducentésimo deles.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Sob Chuva No Engenhão, Fogão Vence Furacão No Brasileirão
Diante de mais de 26.000 presentes no estádio Engenhão, o Botafogo confirmou o favoritismo diante do Atlético Paranaense e venceu a partida por 2a0 (gols de Antônio Carlos, ex-jogador do "Furacão", e Sebastián "El Loco" Abreu, que nessa segunda-feira celebra aniversário de 35 anos). A equipe comandada por Caio Júnior segue firme na disputa pelo título, e pode assumir a liderança na quarta-feira em caso de vitória sobre o Santos. Em 18º lugar, o Atlético não terá facilidades na tentativa de se manter na Série A.
O jogo
O Alvinegro começou melhor, tomou a iniciativa e conseguiu em alguns momentos sufocar o oponente. Com dez minutos, o atacante argentino Germán Herrera emendou bonito chute próximo à marca do pênalti e só não estufou a rede porque o goleiro Renan Rocha conseguiu linda defesa ao saltar para a esquerda. Seis minutos depois, Renato cobrou falta pelo lado esquerdo e o zagueiro Antônio Carlos mostrou seu faro de goleador, antecipando-se a Renan Rocha e cabeceando para abrir a contagem.
Em vantagem no placar, a intensidade do Botafogo diminuiu - o que não se justifica. Comandados pela experiência de Paulo Baier (que cadenciava o jogo e cavava faltas sempre que possível), o Rubronegro Paranaense ia chegando ao ataque com maior freqüência. E teve grande chance de empatar o jogo aos quarenta e cinco minutos: o atacante uruguaio Santiago Damián "El Morro" García (que teve flagrada presença de cocaína em exame antidopagem quando atuava no futebol uruguaio) pegou sobra de bola em liberdade na área, ficou de frente com o goleiro Jéfferson, chutou rasteiro, mas o arqueiro botafoguense e da seleção brasileira rebateu magnificamente com a perna direita.
Antônio Lopes resolveu aumentar a experiência no meio-campo e voltou para o segundo tempo com Cléber Santana no lugar de Renan Foguinho. Com a marcação mais adiantada que na etapa inicial, o Atlético parecia com maior ímpeto de chegar ao empate. Sem conseguir encaixar um contra-ataque e vendo o adversário subir de produção, Caio Júnior optou por colocar Felipe Menezes no lugar de Germán Herrera, que saiu aplaudido. Maicosuel e Elkeson seguiam atuando num nível abaixo ao que se espera deles, e o jogo seguia aberto. Aos vinte e nove minutos, Marcinho passou para Adaílton (que entrara no lugar de "Morro" García) e o atacante parou em nova defesa de Jéfferson. Cinco minutos mais tarde, o zagueiro Manoel derrubou Antônio Carlos numa disputa de bola pelo alto após levantamento de Felipe Menezes. Nielson Nogueira Dias, que tinha atuação bastante irregular e irritava os torcedores alvinegros, dessa vez marcou penalidade máxima no lance. Coube a Sebastián "El Loco" Abreu convertê-la e confirmar a vitória, para alegria nas arquibancadas.
O jogo
O Alvinegro começou melhor, tomou a iniciativa e conseguiu em alguns momentos sufocar o oponente. Com dez minutos, o atacante argentino Germán Herrera emendou bonito chute próximo à marca do pênalti e só não estufou a rede porque o goleiro Renan Rocha conseguiu linda defesa ao saltar para a esquerda. Seis minutos depois, Renato cobrou falta pelo lado esquerdo e o zagueiro Antônio Carlos mostrou seu faro de goleador, antecipando-se a Renan Rocha e cabeceando para abrir a contagem.
Em vantagem no placar, a intensidade do Botafogo diminuiu - o que não se justifica. Comandados pela experiência de Paulo Baier (que cadenciava o jogo e cavava faltas sempre que possível), o Rubronegro Paranaense ia chegando ao ataque com maior freqüência. E teve grande chance de empatar o jogo aos quarenta e cinco minutos: o atacante uruguaio Santiago Damián "El Morro" García (que teve flagrada presença de cocaína em exame antidopagem quando atuava no futebol uruguaio) pegou sobra de bola em liberdade na área, ficou de frente com o goleiro Jéfferson, chutou rasteiro, mas o arqueiro botafoguense e da seleção brasileira rebateu magnificamente com a perna direita.
Antônio Lopes resolveu aumentar a experiência no meio-campo e voltou para o segundo tempo com Cléber Santana no lugar de Renan Foguinho. Com a marcação mais adiantada que na etapa inicial, o Atlético parecia com maior ímpeto de chegar ao empate. Sem conseguir encaixar um contra-ataque e vendo o adversário subir de produção, Caio Júnior optou por colocar Felipe Menezes no lugar de Germán Herrera, que saiu aplaudido. Maicosuel e Elkeson seguiam atuando num nível abaixo ao que se espera deles, e o jogo seguia aberto. Aos vinte e nove minutos, Marcinho passou para Adaílton (que entrara no lugar de "Morro" García) e o atacante parou em nova defesa de Jéfferson. Cinco minutos mais tarde, o zagueiro Manoel derrubou Antônio Carlos numa disputa de bola pelo alto após levantamento de Felipe Menezes. Nielson Nogueira Dias, que tinha atuação bastante irregular e irritava os torcedores alvinegros, dessa vez marcou penalidade máxima no lance. Coube a Sebastián "El Loco" Abreu convertê-la e confirmar a vitória, para alegria nas arquibancadas.
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domingo, 16 de outubro de 2011
0a0 Para Dar E Vender
A líder Juventus, bastante reforçada para essa temporada, viajou até Verona para enfrentar o Chievo na 6ª rodada do Campeonato Italiano 2011-2. Este blogueiro estava muito curioso para ver os comandados de Antonio Conte atuarem e de certa maneira acabou se decepcionando com a falta de poder de penetração da equipe juventina, que era superior tecnicamente mas tinha sérias dificuldades de se desvencilhar da marcação dos donos da casa. No final, mais um 0a0 numa rodada onde cinco jogos terminaram sem gol (50% das partidas).
O jogo
Com Andrea Pirlo e o chileno Arturo Vidal tomando conta do setor de meio-campo, a Juventus tinha tudo para conseguir impôr uma forte pressão sobre a equipe do Chievo, mas o sistema defensivo montado por Domenico Di Carlo teve o mérito de conseguir dificultar as ações de um jogador bastante importante taticamente para a equipe visitante: o sérvio Milos Krasic, que quase nada conseguiu produzir em campo. Tudo bem que a Juve subiu de produção nos últimos minutos do primeiro tempo (tendo inclusive reclamado dois pênaltis: um perceptível em Vidal aos 39 minutos e um duvidoso no suíço Stephan Lichtsteiner aos 42 minutos), mas quem esteve mais perto de abrir o placar na primeira etapa foram os donos da casa: aos 19 minutos, o francês Cyril Théréau desarmou Pirlo no campo ofensivo, avançou ficando de frente com Gianluigi Buffon e chutou pra rede. Só que o árbitro Andrea De Marco entendeu falta em cima de Pirlo, apitou a infração e deu cartão amarelo a Théréau por dar continuidade ao lance, sob fortes reclamações do atacante.
Não foram feitas modificações no intervalo (a única mexida havia acontecido aos vinte minutos de jogo, quando Gennaro Sardo saiu aparentando estiramento na coxa direita e deu lugar ao francês Nicolas Frey) e somente aos dez minutos Conte realizou a primeira substituição em sua equipe: saiu o inoperante Krasic para a entrada de Emanuele Giaccherini. Giaccherini até entrou bem no jogo, dando uma finalização que passou perto do ângulo esquerdo. Mas o elemento que mais poderia transformar o jogo na base do talento individual só foi colocado em campo aos vinte e quatro minutos: Alessandro Del Piero, que entrou no lugar de Claudio Marchisio. Aos 27 minutos, Vidal cruzou pela direita e Del Piero cabeceou mandando a bola na trave esquerda. A resposta do Chievo veio - ou viria - no minuto seguinte, quando Sergio Pellissier e Giorgio Chiellini se enroscaram na área e Andrea De Marco optou por deixar o jogo seguir. No minuto posterior, Simone Pepe decidiu tentar de fora da área e mandou um chute que tinha o endereço do gol, mas o arqueiro Stefano Sorrentino conseguiu bonita defesa, saltando e espalmando.
Se Di Carlo já havia efetuado as três substituições (as duas últimas foram a entrada do peruano Rinaldo Cruzado no lugar de Paolo Sammarco e a entrada de Davide Mandelli no lugar do argentino Santiago Morero), Conte ainda podia realizar uma última alteração. E escolheu colocar o paraguaio Marcelo Estigarribia (quem acabou saindo foi Giaccherini, que deixou o campo sentindo uma lesão na coxa, semelhante ao caso de Sardo no primeiro tempo). Creio que a idéia original de Conte seria tirar Chiellini, mas não cabe aqui fazer especulações: o fato é que o treinador da Juve demorou para mexer na equipe. Del Piero poderia ter entrado antes e Pepe, por mais esforçado que seja, não me parece jogador para ser titular. Sobretudo num time que conta com Del Piero e Alessandro Matri entre os suplentes.
Nos minutos finais, cada time teve uma boa chance de chegar à vitória. Na oportunidade dos donos da casa, a bola passou lentamente por Buffon mas Del Piero afastou. Na chance juventina, Vidal lançou Del Piero e o camisa dez chutou bonito, mas por cima do travessão. As estatísticas pós-jogo apontavam o Chievo com 21min52seg de tempo de posse de bola para 34min34seg da Juventus. Mas não basta ter a bola consigo: é necessário saber o que fazer com ela. Vejo muito potencial nessa equipe bianconera, mas será necessário dar um padrão de jogo ao time numa forma que não foi vista no estádio Marc'Antonio Bentegodi. E os adeptos da Vecchia Signora torcem para que Antonio Conte, ídolo no clube, seja capaz de fazê-lo.
Curiosamente, o Jogada De Efeito também acompanhou a partida entre Chievo e Juventus realizada nesse mesmo estádio na temporada passada. Naquela oportunidade, empate por 1a1 que você pode relembrar aqui.
O jogo
Com Andrea Pirlo e o chileno Arturo Vidal tomando conta do setor de meio-campo, a Juventus tinha tudo para conseguir impôr uma forte pressão sobre a equipe do Chievo, mas o sistema defensivo montado por Domenico Di Carlo teve o mérito de conseguir dificultar as ações de um jogador bastante importante taticamente para a equipe visitante: o sérvio Milos Krasic, que quase nada conseguiu produzir em campo. Tudo bem que a Juve subiu de produção nos últimos minutos do primeiro tempo (tendo inclusive reclamado dois pênaltis: um perceptível em Vidal aos 39 minutos e um duvidoso no suíço Stephan Lichtsteiner aos 42 minutos), mas quem esteve mais perto de abrir o placar na primeira etapa foram os donos da casa: aos 19 minutos, o francês Cyril Théréau desarmou Pirlo no campo ofensivo, avançou ficando de frente com Gianluigi Buffon e chutou pra rede. Só que o árbitro Andrea De Marco entendeu falta em cima de Pirlo, apitou a infração e deu cartão amarelo a Théréau por dar continuidade ao lance, sob fortes reclamações do atacante.
Não foram feitas modificações no intervalo (a única mexida havia acontecido aos vinte minutos de jogo, quando Gennaro Sardo saiu aparentando estiramento na coxa direita e deu lugar ao francês Nicolas Frey) e somente aos dez minutos Conte realizou a primeira substituição em sua equipe: saiu o inoperante Krasic para a entrada de Emanuele Giaccherini. Giaccherini até entrou bem no jogo, dando uma finalização que passou perto do ângulo esquerdo. Mas o elemento que mais poderia transformar o jogo na base do talento individual só foi colocado em campo aos vinte e quatro minutos: Alessandro Del Piero, que entrou no lugar de Claudio Marchisio. Aos 27 minutos, Vidal cruzou pela direita e Del Piero cabeceou mandando a bola na trave esquerda. A resposta do Chievo veio - ou viria - no minuto seguinte, quando Sergio Pellissier e Giorgio Chiellini se enroscaram na área e Andrea De Marco optou por deixar o jogo seguir. No minuto posterior, Simone Pepe decidiu tentar de fora da área e mandou um chute que tinha o endereço do gol, mas o arqueiro Stefano Sorrentino conseguiu bonita defesa, saltando e espalmando.
Se Di Carlo já havia efetuado as três substituições (as duas últimas foram a entrada do peruano Rinaldo Cruzado no lugar de Paolo Sammarco e a entrada de Davide Mandelli no lugar do argentino Santiago Morero), Conte ainda podia realizar uma última alteração. E escolheu colocar o paraguaio Marcelo Estigarribia (quem acabou saindo foi Giaccherini, que deixou o campo sentindo uma lesão na coxa, semelhante ao caso de Sardo no primeiro tempo). Creio que a idéia original de Conte seria tirar Chiellini, mas não cabe aqui fazer especulações: o fato é que o treinador da Juve demorou para mexer na equipe. Del Piero poderia ter entrado antes e Pepe, por mais esforçado que seja, não me parece jogador para ser titular. Sobretudo num time que conta com Del Piero e Alessandro Matri entre os suplentes.
Nos minutos finais, cada time teve uma boa chance de chegar à vitória. Na oportunidade dos donos da casa, a bola passou lentamente por Buffon mas Del Piero afastou. Na chance juventina, Vidal lançou Del Piero e o camisa dez chutou bonito, mas por cima do travessão. As estatísticas pós-jogo apontavam o Chievo com 21min52seg de tempo de posse de bola para 34min34seg da Juventus. Mas não basta ter a bola consigo: é necessário saber o que fazer com ela. Vejo muito potencial nessa equipe bianconera, mas será necessário dar um padrão de jogo ao time numa forma que não foi vista no estádio Marc'Antonio Bentegodi. E os adeptos da Vecchia Signora torcem para que Antonio Conte, ídolo no clube, seja capaz de fazê-lo.
Curiosamente, o Jogada De Efeito também acompanhou a partida entre Chievo e Juventus realizada nesse mesmo estádio na temporada passada. Naquela oportunidade, empate por 1a1 que você pode relembrar aqui.
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domingo, 9 de outubro de 2011
No Beira-Rio, Internacional Faz Mais Do Que O Dever De Casa: 3a0 No Vasco
A torcida colorada fechou com chave-de-ouro o seu final-de-semana futebolístico: após a derrota do Grêmio para o Coritiba no sábado, a equipe do Internacional recebeu o líder Vasco no estádio Beira-Rio e conseguiu contundente vitória por 3a0. Contundente mais pela performance do que pelo placar: não fossem difíceis defesas realizadas pelo goleiro Fernando Prass, o resultado poderia ter sido ainda mais elástico. Agora, o gaúcho que curte uma música pop tem um novo atrativo ali no Beira-Rio: nessa segunda-feira, tem show do cantor canadense Justin Bieber, que já conta com palco montado atrás de uma das balizas.
O jogo
A presença da dupla Andrezinho e D'Alessandro pelo setor de meio-campo dava uma qualidade perceptível ao time da casa. No início de partida, os dois tiveram relativa liberdade e causaram dificuldades ao sistema defensivo visitante. Aos quinze minutos, o volante vascaíno Eduardo Costa pediu para sair e deu lugar para Fellipe Bastos, que três minutos depois poderia - aliás, deveria - ter sido expulso de campo após dar carrinho grosseiro em D'Alessandro (mas o árbitro Alício Pena Júnior sequer indicou falta). O 0a0 persistiu até o intervalo, mas não durou muito depois da volta para o segundo tempo: aos três minutos, Andrezinho recebeu de Ilsinho pela esquerda e rolou para D'Alessandro, que chutou e contou com desvio na marcação para superar Fernando Prass.
A superioridade colorada só fazia aumentar e não parecia que do outro lado estava um líder de Campeonato Brasileiro. O Vasco, sem Juninho Pernambucano e nem criatividade, tinha raros momentos no campo ofensivo - contando basicamente com a transpiração de Éder Luís - e era incapaz de encaixar uma jogada coletiva. Melhor para o Inter que, bem postado na defesa, contou com gol de um defensor para ampliar a vantagem aos trinta e um minutos: D'Alessandro cobrou falta pela esquerda, Bollatti cabeceou, Prass espalmou espetacularmente e Índio conferiu no rebote.
Já com João Paulo e Tinga em campo (saíram Andrezinho e D'Alessandro, ambos com atuação destacável), o Inter manteve-se melhor que o adversário e ditando o ritmo dos acontecimentos. E fechou o placar aos quarenta e quatro, em jogada envolvendo exatamente aqueles dois jogadores que entraram no segundo tempo: João Paulo avançou pela esquerda e tocou rasteiro, servindo Tinga, que não desperdiçou. Após a partida, Tinga disse em entrevista que o objetivo do Inter não é apenas o de disputar a Libertadores, mas sim o de tentar o título brasileiro. Jogando o que jogou hoje, é um candidato a se ter em conta.
O jogo
A presença da dupla Andrezinho e D'Alessandro pelo setor de meio-campo dava uma qualidade perceptível ao time da casa. No início de partida, os dois tiveram relativa liberdade e causaram dificuldades ao sistema defensivo visitante. Aos quinze minutos, o volante vascaíno Eduardo Costa pediu para sair e deu lugar para Fellipe Bastos, que três minutos depois poderia - aliás, deveria - ter sido expulso de campo após dar carrinho grosseiro em D'Alessandro (mas o árbitro Alício Pena Júnior sequer indicou falta). O 0a0 persistiu até o intervalo, mas não durou muito depois da volta para o segundo tempo: aos três minutos, Andrezinho recebeu de Ilsinho pela esquerda e rolou para D'Alessandro, que chutou e contou com desvio na marcação para superar Fernando Prass.
A superioridade colorada só fazia aumentar e não parecia que do outro lado estava um líder de Campeonato Brasileiro. O Vasco, sem Juninho Pernambucano e nem criatividade, tinha raros momentos no campo ofensivo - contando basicamente com a transpiração de Éder Luís - e era incapaz de encaixar uma jogada coletiva. Melhor para o Inter que, bem postado na defesa, contou com gol de um defensor para ampliar a vantagem aos trinta e um minutos: D'Alessandro cobrou falta pela esquerda, Bollatti cabeceou, Prass espalmou espetacularmente e Índio conferiu no rebote.
Já com João Paulo e Tinga em campo (saíram Andrezinho e D'Alessandro, ambos com atuação destacável), o Inter manteve-se melhor que o adversário e ditando o ritmo dos acontecimentos. E fechou o placar aos quarenta e quatro, em jogada envolvendo exatamente aqueles dois jogadores que entraram no segundo tempo: João Paulo avançou pela esquerda e tocou rasteiro, servindo Tinga, que não desperdiçou. Após a partida, Tinga disse em entrevista que o objetivo do Inter não é apenas o de disputar a Libertadores, mas sim o de tentar o título brasileiro. Jogando o que jogou hoje, é um candidato a se ter em conta.
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Na Bielorrússia, Barcelona Bate Borisov: 5a0
Os recentes empates na temporada (2a2 com a Real Sociedad, com o Milan e com o Valência) convidaram uma parcela ingênua (para não dizer tola) de pessoas a estimar que algo poderia não estar andando bem com o Barcelona. Se pensarmos que o time comandado por Josep Guardiola acostumou-se às vitórias e às goleadas, realmente aqueles resultados poderiam sugerir uma pequena fuga da normalidade. Mas tudo vai de bem a melhor com o time azul-grená: após sapecar 5a0 no Atlético de Madrid pelo Campeonato Espanhol, a equipe catalã repetiu o placar na Liga dos Campeões da Europa, quando viajou até Minsk, Bielorrússia, e goleou a equipe do BATE Borisov. Com os mesmos quatro pontos do Milan - mas com um saldo superior -, o Barça lidera o grupo H. O BATE, que empata com o Viktoria Plzen em pontos - os dois têm um -, figura na lanterna da chave devido ao saldo de gols. Na próxima rodada, o BATE visita o Milan enquanto o Barcelona recebe o Plzen.
O jogo
Diante de um público de 29.555 pessoas no estádio Dynama, a massa até incentivava os donos da casa diante de um adversário imponente. Mas nem os gritos vindos das arquibancadas foram capazes de levar o time amarelo ao ataque: pressionado e mantendo-se basicamente concentrado entre sua intermediária e a linha-de-fundo, os comandados de Viktor Goncharenko assistiam o Barcelona, que vestia uniforme preto, a trocar passes cada vez mais perto da baliza defendida por Aleksandr Gutor.
Os primeiros dezoito minutos se assemelhavam à partida entre Espanha e Suíça, na Copa do Mundo 2010, quando uma equipe atacava e a outra se defendia. Mas, para alegria de muitos dos atletas que estiveram em campo naquela ocasião, dessa vez o placar foi mais compatível ao desenho da partida. Um gol contra de Aliaksandr Volodko aos dezoito minutos abriu a defesa e também a porteira. As belas atuações de David Villa e Lionel Messi conduziram os barcelonistas a uma tranqüila vitória, que contou com gols de Pedro Rodríguez (linda assistência de Villa), Villa, e dois do fantástico camisa dez argentino. Por sinal, o segundo gol de Messi o colocou igualado ao húngaro Láslo Kubala, como segundo maior goleador na história do clube. Que se faça a contagem regressiva: faltam quarenta e um para igualar César Rodríguez, que marcou 235 vezes pelo Barcelona.
É interessante observar que o Barça terminou a partida com quatro brasileiros em campo: os laterais Daniel Alves (titular), Adriano e Maxwell (que entraram na segunda etapa), e também o hábil meio-campista Thiago Alcântara, filho do ex-jogador Mazinho, que se naturalizou espanhol e inclusive já defendeu a seleção comandada por Vicente Del Bosque. Jogador de apreciável capacidade técnica e facilidade em encostar no ataque, que certamente poderia ser aproveitado com a camisa amarela. Mas lá vamos nós, com figuras como Ralf, Fernandinho e Elias trajando um uniforme que tem cinco estrelas bordadas acima do distintivo...
O jogo
Diante de um público de 29.555 pessoas no estádio Dynama, a massa até incentivava os donos da casa diante de um adversário imponente. Mas nem os gritos vindos das arquibancadas foram capazes de levar o time amarelo ao ataque: pressionado e mantendo-se basicamente concentrado entre sua intermediária e a linha-de-fundo, os comandados de Viktor Goncharenko assistiam o Barcelona, que vestia uniforme preto, a trocar passes cada vez mais perto da baliza defendida por Aleksandr Gutor.
Os primeiros dezoito minutos se assemelhavam à partida entre Espanha e Suíça, na Copa do Mundo 2010, quando uma equipe atacava e a outra se defendia. Mas, para alegria de muitos dos atletas que estiveram em campo naquela ocasião, dessa vez o placar foi mais compatível ao desenho da partida. Um gol contra de Aliaksandr Volodko aos dezoito minutos abriu a defesa e também a porteira. As belas atuações de David Villa e Lionel Messi conduziram os barcelonistas a uma tranqüila vitória, que contou com gols de Pedro Rodríguez (linda assistência de Villa), Villa, e dois do fantástico camisa dez argentino. Por sinal, o segundo gol de Messi o colocou igualado ao húngaro Láslo Kubala, como segundo maior goleador na história do clube. Que se faça a contagem regressiva: faltam quarenta e um para igualar César Rodríguez, que marcou 235 vezes pelo Barcelona.
É interessante observar que o Barça terminou a partida com quatro brasileiros em campo: os laterais Daniel Alves (titular), Adriano e Maxwell (que entraram na segunda etapa), e também o hábil meio-campista Thiago Alcântara, filho do ex-jogador Mazinho, que se naturalizou espanhol e inclusive já defendeu a seleção comandada por Vicente Del Bosque. Jogador de apreciável capacidade técnica e facilidade em encostar no ataque, que certamente poderia ser aproveitado com a camisa amarela. Mas lá vamos nós, com figuras como Ralf, Fernandinho e Elias trajando um uniforme que tem cinco estrelas bordadas acima do distintivo...
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Empate Que Não Serve Para Ninguém
Atlético Mineiro e Flamengo duelaram no estádio Joaquim Henrique Nogueira, em Sete Lagoas, Minas Gerais, e terminaram empatados em 1a1. Os dois gols saíram no segundo tempo: aos quatro minutos, Daniel Carvalho cobrou falta com precisão para abrir o placar; e aos dezessete, Ronaldinho Gaúcho chutou da meia-lua e igualou o marcador. O resultado manteve o Atlético na zona de descenso (é 17º colocado, com 25 pontos) e conservou o Fla fora da zona de Libertadores (é 6º colocado, com 38 pontos).
O jogo
Mesmo se tratando de uma partida onde ambos os times buscavam a vitória - cada qual com os seus motivos -, o primeiro tempo de jogo teve muito mais ensaio do que ação. O Galo até tentava envolver o adversário, mas a equipe da casa mostrava dificuldades em entrar na defesa rubronegra. Mesmo assim, uma bola tocada por Serginho para Magno Alves quase terminou em gol: o experiente atacante de 35 anos carimbou a trave esquerda na finalização de primeira.
No intervalo, Cuca promoveu a entrada de André no lugar de Wesley. Não necessariamente em função dessa mexida, mas o Atlético Mineiro voltou com mais variações nas jogadas ofensivas e logo chegou ao primeiro gol. Em cobrança de falta no canto oposto ao da barreira - responsabilidade do goleiro Felipe? -, Daniel Carvalho foi feliz e ainda contou com um toque no travessão antes de ver a bola entrar, aos quatro minutos.
O Flamengo passou a sair mais para o jogo, mas suas investidas pareciam depender exclusivamente de Ronaldinho para resultarem em alguma coisa. Cuca havia alertado Serginho sobre uma suposta frouxidão na marcação ao camisa 10, e aos dezessete minutos a liberdade dada ao craque resultou em gol: ele recebeu passe de Jael e, posicionado na meia-lua, chutou, a bola desviou e passou pelo goleiro Renan Ribeiro. 1a1 na contagem.
Ao gol de empate rubronegro sucederam três substituições - uma atleticana e duas flamenguistas. Cuca trouxe Renan Oliveira a campo, tirando Magno Alves. Vanderlei Luxemburgo trocou Thiago Neves e Jael por Negueba e Deivid. Não sei porque Luxemburgo não utiliza dois atacantes de ofício à frente de Ronaldinho e Thiago, não é de hoje que o treinador, quando opta por colocar uma dupla de ataque, acaba tirando de campo pelo menos um dos meias criativos. Com Negueba aberto na direita e Deivid isolado na frente, o jogo do Flamengo passava quase que obrigatoriamente pelos pés de Ronaldinho, que na maioria das vezes conseguia extrair um suco do bagaço da laranja.
O time da casa tinha velocidade, trocas de passe e vontade de atacar, mas faltava o talento de um jogador diferenciado para "pensar o jogo" quando a bola passasse por seus pés. Isso dificultava aquele "último passe", mesmo com quatro ou cinco jogadores se apresentando nos arredores da área oponente. Lá para os quarenta minutos, Cuca trocou Pierre (que perigava ser expulso a qualquer momento) por Dudu Cearense. E se a mexida foi influenciada pelo risco de cartão vermelho a um jogador pendurado, dois minutos depois os acontecimentos mostraram que não era por acaso aquela preocupação: Serginho cometeu falta próximo à linha lateral, recebeu o segundo cartão amarelo pessoal e foi convidado a se retirar pelo árbitro Paulo César de Oliveira. Pouco depois, Luxemburgo trocou o volante Aírton (aleluia, né?) pelo meia argentino Dario Bottinelli. E o Flamengo quase alcançou a virada nos acréscimos, quando Leonardo Moura recebeu pela direita, chutou cruzado e Renan Ribeiro conseguiu desvio sutil para o lado direito, mandando para escanteio.
O próximo compromisso atleticano é domingo, no Beira-Rio, diante do Internacional. Já o Flamengo, que não vence no Campeonato Brasileiro há dez jogos (algo jamais visto na história do clube), enfrenta o América, sábado, no Engenhão. Sem Ronaldinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.
O jogo
Mesmo se tratando de uma partida onde ambos os times buscavam a vitória - cada qual com os seus motivos -, o primeiro tempo de jogo teve muito mais ensaio do que ação. O Galo até tentava envolver o adversário, mas a equipe da casa mostrava dificuldades em entrar na defesa rubronegra. Mesmo assim, uma bola tocada por Serginho para Magno Alves quase terminou em gol: o experiente atacante de 35 anos carimbou a trave esquerda na finalização de primeira.
No intervalo, Cuca promoveu a entrada de André no lugar de Wesley. Não necessariamente em função dessa mexida, mas o Atlético Mineiro voltou com mais variações nas jogadas ofensivas e logo chegou ao primeiro gol. Em cobrança de falta no canto oposto ao da barreira - responsabilidade do goleiro Felipe? -, Daniel Carvalho foi feliz e ainda contou com um toque no travessão antes de ver a bola entrar, aos quatro minutos.
O Flamengo passou a sair mais para o jogo, mas suas investidas pareciam depender exclusivamente de Ronaldinho para resultarem em alguma coisa. Cuca havia alertado Serginho sobre uma suposta frouxidão na marcação ao camisa 10, e aos dezessete minutos a liberdade dada ao craque resultou em gol: ele recebeu passe de Jael e, posicionado na meia-lua, chutou, a bola desviou e passou pelo goleiro Renan Ribeiro. 1a1 na contagem.
Ao gol de empate rubronegro sucederam três substituições - uma atleticana e duas flamenguistas. Cuca trouxe Renan Oliveira a campo, tirando Magno Alves. Vanderlei Luxemburgo trocou Thiago Neves e Jael por Negueba e Deivid. Não sei porque Luxemburgo não utiliza dois atacantes de ofício à frente de Ronaldinho e Thiago, não é de hoje que o treinador, quando opta por colocar uma dupla de ataque, acaba tirando de campo pelo menos um dos meias criativos. Com Negueba aberto na direita e Deivid isolado na frente, o jogo do Flamengo passava quase que obrigatoriamente pelos pés de Ronaldinho, que na maioria das vezes conseguia extrair um suco do bagaço da laranja.
O time da casa tinha velocidade, trocas de passe e vontade de atacar, mas faltava o talento de um jogador diferenciado para "pensar o jogo" quando a bola passasse por seus pés. Isso dificultava aquele "último passe", mesmo com quatro ou cinco jogadores se apresentando nos arredores da área oponente. Lá para os quarenta minutos, Cuca trocou Pierre (que perigava ser expulso a qualquer momento) por Dudu Cearense. E se a mexida foi influenciada pelo risco de cartão vermelho a um jogador pendurado, dois minutos depois os acontecimentos mostraram que não era por acaso aquela preocupação: Serginho cometeu falta próximo à linha lateral, recebeu o segundo cartão amarelo pessoal e foi convidado a se retirar pelo árbitro Paulo César de Oliveira. Pouco depois, Luxemburgo trocou o volante Aírton (aleluia, né?) pelo meia argentino Dario Bottinelli. E o Flamengo quase alcançou a virada nos acréscimos, quando Leonardo Moura recebeu pela direita, chutou cruzado e Renan Ribeiro conseguiu desvio sutil para o lado direito, mandando para escanteio.
O próximo compromisso atleticano é domingo, no Beira-Rio, diante do Internacional. Já o Flamengo, que não vence no Campeonato Brasileiro há dez jogos (algo jamais visto na história do clube), enfrenta o América, sábado, no Engenhão. Sem Ronaldinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Equipe E Jogada Da Semana
No sábado, dia dez desse mês, o Napoli estreou na Série A 2011-2 vencendo o Cesena por 3a1, em Cesena (com direito a um gol de Marek Hamsik aparecendo como jogada da semana naquela ocasião). Quatro dias depois, na quarta-feira, dia catorze de setembro, o Napoli estreou na Liga dos Campeões da Europa 2011-2 enfrentando o Manchester City, na Inglaterra. E saiu-se bem: com um gol do uruguaio Edinson Cavani, a equipe napolitana trouxe um ponto na bagagem para Nápoles. Algo que deve ser comemorado diante de um adversário que, até então, estava com quatro vitórias em quatro partidas disputadas na Premiership. De volta ao Calcio, o Napoli recebeu o atual campeão italiano no estádio San Paolo e, com direito a "hat-trick" do atacante Cavani, emplacou 3a1 pra cima do Milan. E lá vai o Napoli, líder no Campeonato Italiano nessas duas primeiras rodadas. E lá vai Cavani, marcando gol atrás de gol e dando muitas alegrias aos napolitanos. E se recordar é viver, vale dar uma olhada: "Cavanídolo Napolitano".
Jogada da semana
O Barcelona segue encantando o mundo futebolístico com o estilo de jogo que vai marcando a "Era Guardiola" no clube catalão. No sábado, dia dezessete de setembro, o Barça sapecou 8a0 no Osasuña (com "hat-trick" de Lionel Messi). Podemos indicar para os leitores deste espaço que assistam os gols dessa partida. Pesquisem por "Barcelona 8 0 Osasuña" que certamente aparecerão vários ítens encontrados. Lindos gols de Messi, Cesc Fàbregas, David Villa, Xavi Hernández, enfim... um vasto repertório onde qualquer jogada ali poderia figurar neste tópico. Mas iremos fazer uma homenagem a um jogador brasileiro que atua num clube que jamais foi mencionado neste blogue. Aliás, não trata-se de um jogador qualquer: é Túlio Humberto Pereira Costa, o "Túlio Maravilha", maior goleador em atividade no futebol mundial (até que provem o contrário). A seguir, confira como foi o que teria sido o 972º gol do folclórico atacante. Aconteceu sábado, dia dezessete, no empate por 1a1 entre Volta Redonda e Bonsucesso, pela quarta rodada na Copa Rio 2011. Os 104 pagantes no estádio Raulino de Olveira devem ter achado que o lance valeu o ingresso.
Jogada da semana
O Barcelona segue encantando o mundo futebolístico com o estilo de jogo que vai marcando a "Era Guardiola" no clube catalão. No sábado, dia dezessete de setembro, o Barça sapecou 8a0 no Osasuña (com "hat-trick" de Lionel Messi). Podemos indicar para os leitores deste espaço que assistam os gols dessa partida. Pesquisem por "Barcelona 8 0 Osasuña" que certamente aparecerão vários ítens encontrados. Lindos gols de Messi, Cesc Fàbregas, David Villa, Xavi Hernández, enfim... um vasto repertório onde qualquer jogada ali poderia figurar neste tópico. Mas iremos fazer uma homenagem a um jogador brasileiro que atua num clube que jamais foi mencionado neste blogue. Aliás, não trata-se de um jogador qualquer: é Túlio Humberto Pereira Costa, o "Túlio Maravilha", maior goleador em atividade no futebol mundial (até que provem o contrário). A seguir, confira como foi o que teria sido o 972º gol do folclórico atacante. Aconteceu sábado, dia dezessete, no empate por 1a1 entre Volta Redonda e Bonsucesso, pela quarta rodada na Copa Rio 2011. Os 104 pagantes no estádio Raulino de Olveira devem ter achado que o lance valeu o ingresso.
domingo, 18 de setembro de 2011
Botafogo E Flamengo Ficam No Empate Pela 3ª Vez Em 2011
A exemplo do que ocorreu na semifinal pela Taça Guanabara e no jogo de turno pelo Campeonato Brasileiro nesse ano, Botafogo e Flamengo terminaram empatados. O atacante uruguaio Sebastián "El Loco" Abreu abriu o placar no primeiro tempo e Jael, que entrou no intervalo, empatou a partida. Os goleiros Jéfferson e Felipe atuaram bem e evitaram que o jogo tivesse pelo menos mais dois gols para cada lado.
O jogo
Sem contar com Elkeson (suspenso pelo terceiro cartão amarelo), Caio Júnior optou por Felipe Menezes na posição. Embora o camisa 10 não tenha feito um bom primeiro tempo, a superioridade alvinegra nas ações ofensivas era tamanha que nem parecia que Vanderlei Luxemburgo contava com força máxima. Pelo lado direito, Lucas e o argentino Germán Herrera levavam vantagem na maioria das jogadas enquanto pelo esquerdo Bruno Cortês e Maicosuel não davam qualquer sossego para Leonardo Moura. O placar poderia ter sido aberto, porém, em jogada pelo centro: aos catorze minutos, Herrera tabelou com Renato e pegou de bicicleta, só não marcando um golaço porque Felipe conseguiu espalmar. Mas aos vinte e cinco minutos não daria para o goleiro do Flamengo: Lucas cruzou da direita, "Loco" Abreu cabeceou, colocou na rede e comemorou à la Ronaldinho Gaúcho, parado e de braços cruzados.
Depois de sofrer o gol, o Flamengo até conseguiu uma ou outra investida - geralmente contando com Ronaldinho Gaúcho e/ou Thiago Neves - mas o Botafogo era mais organizado e chegava mais perto de mudar o placar. Veio o intervalo, e com ele a substituição de Luxemburgo no ataque: saiu Deivid e entrou Jael. Logo aos quatro minutos, o camisa 26 teve a felicidade de escapar de dois marcadores e chutar no canto direito, empatando a partida, ajoelhando-se no gramado e erguendo os braços para o céu em celebração pelo acontecimento.
Caio Júnior pareceu perceber que o jogo mudou, com o Flamengo passando a dominar o Botafogo. Só que sua escolha de substituir Herrera por Éverton não pareceu das mais inteligentes, até porque o camisa 17 estava bem no jogo. Aos vinte e três, Renato Abreu pegou sobra de bola e ficou de frente pro gol: o camisa 11 encheu o pé mandando a bola no canto esquerdo. Gol? Na maioria dos casos, uma bola dessa entra para a categoria de "indefensáveis". Mas Jéfferson interviu espetacularmente para buscar sem sequer dar rebote. Os gritos de "é o melhor goleiro do Brasil" vieram em massa segundos depois.
A partida se aproximava do desfecho e ambos os times pareciam mais focados em buscar o desempate do que preocupados em ceder o segundo gol ao oponente, e isso tornou o jogo bastante interessante de se assistir. Mas a torcida botafoguense se manifestou contrariada com as mexidas de Caio Júnior, que ainda trocou Felipe Menezes por Lucas Zen e Maicosuel por Cidinho. Agora, Botafogo e Flamengo têm missões complicadas para voltarem a vencer na competição: o Alvinegro enfrenta o Grêmio em Porto Alegre e o Rubronegro pega o Atlético em Minas Gerais.
O jogo
Sem contar com Elkeson (suspenso pelo terceiro cartão amarelo), Caio Júnior optou por Felipe Menezes na posição. Embora o camisa 10 não tenha feito um bom primeiro tempo, a superioridade alvinegra nas ações ofensivas era tamanha que nem parecia que Vanderlei Luxemburgo contava com força máxima. Pelo lado direito, Lucas e o argentino Germán Herrera levavam vantagem na maioria das jogadas enquanto pelo esquerdo Bruno Cortês e Maicosuel não davam qualquer sossego para Leonardo Moura. O placar poderia ter sido aberto, porém, em jogada pelo centro: aos catorze minutos, Herrera tabelou com Renato e pegou de bicicleta, só não marcando um golaço porque Felipe conseguiu espalmar. Mas aos vinte e cinco minutos não daria para o goleiro do Flamengo: Lucas cruzou da direita, "Loco" Abreu cabeceou, colocou na rede e comemorou à la Ronaldinho Gaúcho, parado e de braços cruzados.
Depois de sofrer o gol, o Flamengo até conseguiu uma ou outra investida - geralmente contando com Ronaldinho Gaúcho e/ou Thiago Neves - mas o Botafogo era mais organizado e chegava mais perto de mudar o placar. Veio o intervalo, e com ele a substituição de Luxemburgo no ataque: saiu Deivid e entrou Jael. Logo aos quatro minutos, o camisa 26 teve a felicidade de escapar de dois marcadores e chutar no canto direito, empatando a partida, ajoelhando-se no gramado e erguendo os braços para o céu em celebração pelo acontecimento.
Caio Júnior pareceu perceber que o jogo mudou, com o Flamengo passando a dominar o Botafogo. Só que sua escolha de substituir Herrera por Éverton não pareceu das mais inteligentes, até porque o camisa 17 estava bem no jogo. Aos vinte e três, Renato Abreu pegou sobra de bola e ficou de frente pro gol: o camisa 11 encheu o pé mandando a bola no canto esquerdo. Gol? Na maioria dos casos, uma bola dessa entra para a categoria de "indefensáveis". Mas Jéfferson interviu espetacularmente para buscar sem sequer dar rebote. Os gritos de "é o melhor goleiro do Brasil" vieram em massa segundos depois.
A partida se aproximava do desfecho e ambos os times pareciam mais focados em buscar o desempate do que preocupados em ceder o segundo gol ao oponente, e isso tornou o jogo bastante interessante de se assistir. Mas a torcida botafoguense se manifestou contrariada com as mexidas de Caio Júnior, que ainda trocou Felipe Menezes por Lucas Zen e Maicosuel por Cidinho. Agora, Botafogo e Flamengo têm missões complicadas para voltarem a vencer na competição: o Alvinegro enfrenta o Grêmio em Porto Alegre e o Rubronegro pega o Atlético em Minas Gerais.
sábado, 17 de setembro de 2011
Série A 2011: 24ª Rodada E Seus Pitacos
Vamos a mais uma rodada de Campeonato Brasileiro nesse ano de dois mil e onze. O Corinthians (43 pontos) é o atual líder, mas pode ser ultrapassado por Vasco (42), São Paulo (41) e/ou Botafogo (40 e um jogo a menos). Na parte de baixo da tabela, o América (18) segue como lanterna (integrando a zona de descenso por pelo menos mais duas rodadas) e o Avaí (21) figura na penúltima colocação, enquanto Atlético Paranaense (22) e Bahia (24) tentam deixar a zona indesejável, ao passo que o Atlético Mineiro (24) saiu de lá visando não mais retornar. Chega de papo e vamos aos pitacos.
Atlético Goianiense e Atlético Mineiro. O Dragão atua dentro de casa - onde não perde há quatro jogos - desfalcado de dois jogadores suspensos pelo 3º cartão amarelo: o zagueiro Gílson e o lateral Rafael Cruz. No Galo, Cuca testou o atacante Guilherme entre os titulares e a equipe deve ir em busca de sua quarta vitória nos últimos cinco jogos. Dá Atlético Mineiro.
Vasco e Grêmio. Enquanto o Vasco venceu somente duas de suas últimas sete partidas, o Grêmio conseguiu emplacar quatro vitórias nos últimos cinco jogos. Se há um favoritismo vascaíno, este reside muito mais no fator São Januário do que no momento recente vivido pela equipe. De quebra, Celso Roth conta com a volta do volante Fábio Rochemback, que deve fortalecer o setor de meio-campo gremista. Dá empate.
São Paulo e Ceará. Na dúvida entre quem usar para o lugar do suspenso Dagoberto (a disputa pela vaga estaria entre Henrique, Marlos e Rivaldo), Adílson Batista ainda não pode contar com Luís Fabiano, mas projeta usar o atacante no clássico com o Corinthians, na rodada seguinte. O Ceará, que reestréia o treinador Estevam Soares, deve contar com a volta de Marcelo Nicácio para tentar alguma surpresa no Morumbi. Dá São Paulo.
Bahia e Fluminense. O Bahia recebe o Fluminense buscando uma vitória que seria a primeira sob o comando de Joel Santana e a primeira nos últimos cinco jogos em Pituaçu. Embalado com quatro vitórias em seqüência, o Fluminense de Abel Braga pode se colocar definitivamente como candidato ao bicampeonato consecutivo no caso de conseguir um novo triunfo. Dá empate.
Atlético Paranaense e Figueirense. A única chance do Furacão sair nessa rodada da zona de rebaixamento é vencendo o jogo na Arena da Baixada. E o treinador Antônio Lopes vem treinando bolas paradas e finalizações na equipe. No lado do Figueirense, o treinador Jorginho confirmou Hélder na lateral-esquerda em substituição ao suspenso Juninho, mas não disse os nomes dos titulares nos lugares dos também desfalques Túlio e Ygor. Dá Atlético Paranaense.
Avaí e Palmeiras. Duas equipes que não atravessam um momento positivo: o Avaí não vence há três jogos e o turbulento Palmeiras há quatro. Por força de contrato, Lincoln não poderá atuar nessa partida e desfalca os donos da casa. Dificilmente teremos um placar tão elástico quanto o do primeiro turno, quando o Palmeiras goleou por 5a0. Dá empate.
Botafogo e Flamengo. Desfalcado unicamente de Elkeson (Felipe Menezes foi indicado por Caio Júnior como o substituto), o Botafogo vai para o clássico em busca da quinta vitória nos últimos seis jogos disputados no torneio. Com todos os titulares à disposição, Vanderlei Luxemburgo tentará tirar o Flamengo dessa seqüência de jogos sem vencer, atualmente em oito partidas. Dá Botafogo.
Corinthians e Santos. Alternando uma vitória a uma derrota há cinco partidas, o Corinthians tem no clássico com o Santos a chance de mostrar que não está na liderança por acaso. O Santos, invicto há seis partidas (venceu quatro vezes nesse período), pode colocar-se como concorrente ao título caso consiga um triunfo nesse jogo. Por se tratar de um encontro entre Tite e Muricy Ramalho, palpitaria um 0a0. Dá empate.
Cruzeiro e América. Noutros tempos, esse clássico teria o Cruzeiro como franco favorito. Mas o legado deixado por Joel Santana na Toca da Raposa (o time não vence há quatro partidas, tenho somado um ponto nos últimos doze disputados) e o bom início de trabalho de Givanildo de Oliveira no Coelho (a equipe marcou dez gols nos últimos três jogos, metade da quantidade marcada nas outras vinte partidas) deixam esse duelo com grandes chances de ser definido em detalhes. Talvez o talento de Walter Montillo possa fazer a diferença. Dá empate.
Internacional e Coritiba. Invicto há quatro jogos (ganhou os últimos dois), o Inter buscará sair do estádio Beira-Rio mais próximo da zona da Libertadores. Dorival Júnior testou o atacante Dellatorre no lugar do meia argentino Andrés D'Alessandro, que cumpre suspensão. Já o Coxa, animado pela recente goleada aplicada sobre o Botafogo (5a0 no estádio Couto Pereira), poderá ter no resultado da partida em Porto Alegre uma maior noção de se terá condições ou não de tentar uma vaga na mais importante competição de clubes sul-americanos. Dá Internacional.
Atlético Goianiense e Atlético Mineiro. O Dragão atua dentro de casa - onde não perde há quatro jogos - desfalcado de dois jogadores suspensos pelo 3º cartão amarelo: o zagueiro Gílson e o lateral Rafael Cruz. No Galo, Cuca testou o atacante Guilherme entre os titulares e a equipe deve ir em busca de sua quarta vitória nos últimos cinco jogos. Dá Atlético Mineiro.
Vasco e Grêmio. Enquanto o Vasco venceu somente duas de suas últimas sete partidas, o Grêmio conseguiu emplacar quatro vitórias nos últimos cinco jogos. Se há um favoritismo vascaíno, este reside muito mais no fator São Januário do que no momento recente vivido pela equipe. De quebra, Celso Roth conta com a volta do volante Fábio Rochemback, que deve fortalecer o setor de meio-campo gremista. Dá empate.
São Paulo e Ceará. Na dúvida entre quem usar para o lugar do suspenso Dagoberto (a disputa pela vaga estaria entre Henrique, Marlos e Rivaldo), Adílson Batista ainda não pode contar com Luís Fabiano, mas projeta usar o atacante no clássico com o Corinthians, na rodada seguinte. O Ceará, que reestréia o treinador Estevam Soares, deve contar com a volta de Marcelo Nicácio para tentar alguma surpresa no Morumbi. Dá São Paulo.
Bahia e Fluminense. O Bahia recebe o Fluminense buscando uma vitória que seria a primeira sob o comando de Joel Santana e a primeira nos últimos cinco jogos em Pituaçu. Embalado com quatro vitórias em seqüência, o Fluminense de Abel Braga pode se colocar definitivamente como candidato ao bicampeonato consecutivo no caso de conseguir um novo triunfo. Dá empate.
Atlético Paranaense e Figueirense. A única chance do Furacão sair nessa rodada da zona de rebaixamento é vencendo o jogo na Arena da Baixada. E o treinador Antônio Lopes vem treinando bolas paradas e finalizações na equipe. No lado do Figueirense, o treinador Jorginho confirmou Hélder na lateral-esquerda em substituição ao suspenso Juninho, mas não disse os nomes dos titulares nos lugares dos também desfalques Túlio e Ygor. Dá Atlético Paranaense.
Avaí e Palmeiras. Duas equipes que não atravessam um momento positivo: o Avaí não vence há três jogos e o turbulento Palmeiras há quatro. Por força de contrato, Lincoln não poderá atuar nessa partida e desfalca os donos da casa. Dificilmente teremos um placar tão elástico quanto o do primeiro turno, quando o Palmeiras goleou por 5a0. Dá empate.
Botafogo e Flamengo. Desfalcado unicamente de Elkeson (Felipe Menezes foi indicado por Caio Júnior como o substituto), o Botafogo vai para o clássico em busca da quinta vitória nos últimos seis jogos disputados no torneio. Com todos os titulares à disposição, Vanderlei Luxemburgo tentará tirar o Flamengo dessa seqüência de jogos sem vencer, atualmente em oito partidas. Dá Botafogo.
Corinthians e Santos. Alternando uma vitória a uma derrota há cinco partidas, o Corinthians tem no clássico com o Santos a chance de mostrar que não está na liderança por acaso. O Santos, invicto há seis partidas (venceu quatro vezes nesse período), pode colocar-se como concorrente ao título caso consiga um triunfo nesse jogo. Por se tratar de um encontro entre Tite e Muricy Ramalho, palpitaria um 0a0. Dá empate.
Cruzeiro e América. Noutros tempos, esse clássico teria o Cruzeiro como franco favorito. Mas o legado deixado por Joel Santana na Toca da Raposa (o time não vence há quatro partidas, tenho somado um ponto nos últimos doze disputados) e o bom início de trabalho de Givanildo de Oliveira no Coelho (a equipe marcou dez gols nos últimos três jogos, metade da quantidade marcada nas outras vinte partidas) deixam esse duelo com grandes chances de ser definido em detalhes. Talvez o talento de Walter Montillo possa fazer a diferença. Dá empate.
Internacional e Coritiba. Invicto há quatro jogos (ganhou os últimos dois), o Inter buscará sair do estádio Beira-Rio mais próximo da zona da Libertadores. Dorival Júnior testou o atacante Dellatorre no lugar do meia argentino Andrés D'Alessandro, que cumpre suspensão. Já o Coxa, animado pela recente goleada aplicada sobre o Botafogo (5a0 no estádio Couto Pereira), poderá ter no resultado da partida em Porto Alegre uma maior noção de se terá condições ou não de tentar uma vaga na mais importante competição de clubes sul-americanos. Dá Internacional.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Super Fiasco Das Américas

Se a idéia era ressuscitar toda a tradicionalidade da extinta Taça Roca, resgatando a rivalidade entre Brasil e Argentina com belos jogos, esqueceram de avisar os 22 jogadores da noite desta quarta.
Excluindo apenas o genial lance de Leandro Damião, mas não isentando o próprio jogador que perdeu um gol inacreditável no início da partida, foram longos 90 minutos sem emoção nenhuma.
O Brasil totalmente apagado, sem nenhum pingo de criatividade, dependendo exclusivamente da individualidade de Neymar, que na maioria das vezes preferia o drible do que um passe, acabou demonstrando que alguns jogadores definitivamente não merecem ao menos ter a oportunidade com a camisa da seleção.
O Sr. Ronaldinho Gaúcho deu uma bela recordada de suas antigas atuações pela amarelinha. Totalmente apagado em campo.
E do outro lado, o torcedor argentino percebeu, que sem Messi e suas outras estrelas européias, o time competiria de igual pra igual com os piores times da América. Basta analisar que temos Desábato e Sebá como titulares. E poupar o restante dos comentários
Dentro de 2 semanas teremos o jogo de volta. Dá pra apostar tranquilamente no Brasil, mas principalmente pela medíocridade argentina, que levou perigo ao gol de Jefferson com um ou dois chutes de fora da área. E só !!!
Paulinho? Ralf? Quando Mano Menezes vai deixar de ouvir seus empresários ou seu coração e montar um time com os melhores jogadores da atualidade no país?
Em Bom Jogo, Real Madrid Consegue Vencer O Dínamo Em Zagreb: 1a0
Um público de 27.055 presentes no estádio Maksimir, em Zagreb, testemunhou uma bela partida de futebol. Os donos da casa conseguiram pressionar os madridistas nos primeiros minutos de cada tempo, mas no geral, prevaleceu a superioridade técnica da equipe da capital espanhola, que venceu por 1a0 (gol do argentino Ángel Di María) e só não conseguiu um resultado de maior saldo de gols porque o goleiro croata Ivan Kelava atuou em grande nível, sendo um dos destaques do jogo.
O jogo
Com a velocidade do brasileiro Sammir (que está para se naturalizar croata, a exemplo do que fez o atacante Eduardo da Silva), a interessante visão de jogo de Jerko Leko e a referência de Ante Rukavina entre os zagueiros merengues, a equipe do Dínamo Zagreb deixou fluir o empurrão vindo das arquibancadas e mandou-se ao ataque pra cima do Real Madrid, detentor de nove títulos de Liga dos Campeões. Só que o ímpeto inicial do valente time da casa - que retornava à competição após doze anos de espera - foi aos poucos sendo esmagado pelo toque de bola da equipe visitante, que tinha no português Cristiano Ronaldo e no francês Karim Benzema as duas opções mais interessantes no campo ofensivo. Benzema descolou duas finalizações de muito perigo, com direito a um chute que carimbou o travessão. Mas as chances mais agudas ainda estavam por acontecer, e cada time teve a sua. O Real, com Benzema escapando de três marcadores, poderia ter aberto o placar aos vinte e oito minutos, mas Ivan Kelava foi simplesmente espetacular para defender dois chutes em seqüência - o primeiro com a perna e o segundo com um tapa com a luva esquerda, quando ainda se levantava do chão após a intervenção anterior. Já o Zagreb poderia sair na frente quando Rukavina recebeu belo passe de Leko nas costas do português Pepe, avançou de frente com o goleiro Iker Casillas, mas não conseguiu chutar por cima do arqueiro espanhol, que soube sair do gol para bloquear a finalização.
Os times voltaram com as mesmas formações e o jogo teve um andamento semelhante ao visto no primeiro tempo: o Dínamo começou atacando mais, mas o Real foi, gradativamente, passando a dominar as ações. E o gol saiu aos sete: o brasileiro Marcelo, figura que aparecia constantemente no ataque, passou para Di María e o argentino finalizou certinho, mandado perto do ângulo direito. Mas Marcelo mancharia sua apresentação minutos mais tarde: aos vinte e quatro, o lateral esquerdo deu entrada dura em Leko e poderia ter sido expulso pelo excesso de força na disputa - mas o árbitro norueguês Svein Oddvar Moen optou pelo cartão amarelo. Só que três minutos depois não teve jeito: Marcelo se apresentou na área, atirou-se na grama e veio o segundo cartão de mesma cor, dessa vez por simulação, e o jogador ex-Fluminense deixava o Real Madrid com um homem a menos.
O Dínamo até tentou tirar proveito da vantagem numérica para buscar o empate, mas as substituições de José Mourinho (se bem que quem estava no banco era seu assistente, Aitor Karanka) reequilibraram o sistema defensivo merengue, que mesmo assim passou alguns sustos até o final da partida.
Com o empate entre Ajax e Lyon, 0a0, em Amsterdã, o Real Madrid lidera o grupo D com 3 pontos enquanto o Dínamo Zagreb aparece na lanterna com zero. Na próxima rodada, os croatas vão até a França enfrentar o Lyon, enquanto os espanhóis recebem o Ajax no estádio Santiago Bernabéu.
Nos palpites dados antes dos jogos, o blogueiro acertou somente três: o empate entre Benfica e Manchester United (1a1), a vitória do Basel sobre o Otelul Galati (2a1) e a vitória do Bayern de Munique sobre o Villarreal (2a0). De resto, tivemos empates entre Manchester City e Napoli (1a1), Lille e CSKA Moscou (2a2) e Ajax e Lyon (0a0). Mas o mais surpreendente ficou para Milão, onde o Trabzonspor derrotou a Internazionale por 1a0. Será que vai chover granizo no deserto do Saara? Quem leu o tópico anterior sabe o motivo da pergunta...
O jogo
Com a velocidade do brasileiro Sammir (que está para se naturalizar croata, a exemplo do que fez o atacante Eduardo da Silva), a interessante visão de jogo de Jerko Leko e a referência de Ante Rukavina entre os zagueiros merengues, a equipe do Dínamo Zagreb deixou fluir o empurrão vindo das arquibancadas e mandou-se ao ataque pra cima do Real Madrid, detentor de nove títulos de Liga dos Campeões. Só que o ímpeto inicial do valente time da casa - que retornava à competição após doze anos de espera - foi aos poucos sendo esmagado pelo toque de bola da equipe visitante, que tinha no português Cristiano Ronaldo e no francês Karim Benzema as duas opções mais interessantes no campo ofensivo. Benzema descolou duas finalizações de muito perigo, com direito a um chute que carimbou o travessão. Mas as chances mais agudas ainda estavam por acontecer, e cada time teve a sua. O Real, com Benzema escapando de três marcadores, poderia ter aberto o placar aos vinte e oito minutos, mas Ivan Kelava foi simplesmente espetacular para defender dois chutes em seqüência - o primeiro com a perna e o segundo com um tapa com a luva esquerda, quando ainda se levantava do chão após a intervenção anterior. Já o Zagreb poderia sair na frente quando Rukavina recebeu belo passe de Leko nas costas do português Pepe, avançou de frente com o goleiro Iker Casillas, mas não conseguiu chutar por cima do arqueiro espanhol, que soube sair do gol para bloquear a finalização.
Os times voltaram com as mesmas formações e o jogo teve um andamento semelhante ao visto no primeiro tempo: o Dínamo começou atacando mais, mas o Real foi, gradativamente, passando a dominar as ações. E o gol saiu aos sete: o brasileiro Marcelo, figura que aparecia constantemente no ataque, passou para Di María e o argentino finalizou certinho, mandado perto do ângulo direito. Mas Marcelo mancharia sua apresentação minutos mais tarde: aos vinte e quatro, o lateral esquerdo deu entrada dura em Leko e poderia ter sido expulso pelo excesso de força na disputa - mas o árbitro norueguês Svein Oddvar Moen optou pelo cartão amarelo. Só que três minutos depois não teve jeito: Marcelo se apresentou na área, atirou-se na grama e veio o segundo cartão de mesma cor, dessa vez por simulação, e o jogador ex-Fluminense deixava o Real Madrid com um homem a menos.
O Dínamo até tentou tirar proveito da vantagem numérica para buscar o empate, mas as substituições de José Mourinho (se bem que quem estava no banco era seu assistente, Aitor Karanka) reequilibraram o sistema defensivo merengue, que mesmo assim passou alguns sustos até o final da partida.
Com o empate entre Ajax e Lyon, 0a0, em Amsterdã, o Real Madrid lidera o grupo D com 3 pontos enquanto o Dínamo Zagreb aparece na lanterna com zero. Na próxima rodada, os croatas vão até a França enfrentar o Lyon, enquanto os espanhóis recebem o Ajax no estádio Santiago Bernabéu.
Nos palpites dados antes dos jogos, o blogueiro acertou somente três: o empate entre Benfica e Manchester United (1a1), a vitória do Basel sobre o Otelul Galati (2a1) e a vitória do Bayern de Munique sobre o Villarreal (2a0). De resto, tivemos empates entre Manchester City e Napoli (1a1), Lille e CSKA Moscou (2a2) e Ajax e Lyon (0a0). Mas o mais surpreendente ficou para Milão, onde o Trabzonspor derrotou a Internazionale por 1a0. Será que vai chover granizo no deserto do Saara? Quem leu o tópico anterior sabe o motivo da pergunta...
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Liga Dos Campeões Da Europa 2011-2: 1ª Rodada Na Fase De Grupos
Meu camarada Lucas Vinícius fez a prévia dos jogos de ontem, então cá estou pra "completar" o trabalho e mandar a análise que antecede as partidas de hoje, pela primeira rodada na fase de grupos na Liga dos Campeões da Europa. Antes, porém, vamos lembrar rapidamente o que aconteceu nos primeiros movimentos pelos grupos E, F, G e H.
No grupo E, o Genk recebeu o Valência e as equipes protagonizaram o único empate em 0a0 até aqui. Não é nada mal trazer um ponto da Bélgica para a Espanha, mas no caso de Chelsea e Bayer Leverkusen conseguirem uma vitória no estádio Cristal Arena, a equipe espanhola fica em desvantagem na disputa por vaga nas oitavas-de-final. Sinceramente, não acredito que o Genk possa avançar na Liga dos Campeões. Na outra partida, o Chelsea venceu o Bayer Leverkusen por 2a0 em Stamford Bridge - e com direito a bonito gol do zagueiro brasileiro David Luiz. Quem fechou o placar foi o espanhol Juan Manuel Mata, recém-contratado junto ao Valência.
No grupo F, o Arsenal conseguiu sair na frente em Dortmund (gol do holandês Robin van Persie), mas cedeu o empate ao Borussia nos últimos minutos, em belo chute do croata Ivan Perisic (que nas duas últimas temporadas atuava pelo Club Brugge). Então, quem largou na frente nessa chave foi o Olympique de Marseille: com uma vitória por 1a0 em pleno estádio Georgios Karaiskáki (gol do experiente argentino "Lucho" González), os comandados de Didier Deschamps deram importante passo para caminhar em direção à próxima fase. Se já era improvável para os gregos avançarem num grupo dessa dificuldade, a derrota em casa para os franceses deve convidar o Olympiakos a concentrar esforços por um lugar na Liga Europa.
No grupo G, os donos da casa fizeram valer o fator campo. O Porto venceu o Shakhtar Donetsk de virada, em jogo onde os três gols foram brasileiros: Luiz Adriano abriu o placar para os ucranianos, Hulk empatou em chutaço em cobrança de falta (havia desperdiçado um pênalti nessa partida) e Kleber marcou 2a1 para o time português, atual campeão na Liga Europa. Vale colocar que os visitantes terminaram a partida com nove homens em campo, já que Raktskiy e Chygrynskiy foram expulsos. Os chiprianos do Apoel também ganharam de virada, também contaram com gols brasileiros e também terminaram a partida em vatangem numérica diante dos russos do Zenit. Zyryanov abriu a contagem no segundo tempo, mas o Apoel foi buscar a vitória com gols de Gustavo Manduca e Aílton Almeida - o português Bruno Alves recebeu cartão vermelho logo depois do Apoel assumir a vantagem no placar.
No grupo H, dois empates. Enquanto os brasileiros Alexandre Pato (com um gol no primeiro minuto de partida) e Thiago Silva (com um gol nos acréscimos do jogo) ajudaram o Milan no empate por 2a2 com o Barcelona em pleno estádio Camp Nou (Pedro Rodríguez e David Villa marcaram para os catalães), Viktoria Plzen e BATE Borisov não foram capazem de tomarem a ponta na classificação, pois também empataram: o eslovaco Bakos marcou para os tchecos e o brasileiro Renan empatou para os bielorrusos.
Quantos aos jogos de hoje, que começam às 15:45h, vamos aos pitacos.
Grupo A
Manchester City e Napoli. Com um grande investimento e a formação de uma equipe de muita qualidade, os Citizens têm o favoritismo para esse jogo. Os napolitanos, que estrearam na Série A 2011-2 vencendo o Cesena fora de casa por 3a1, estão com uma equipe reforçada em relação à última temporada, mas não será fácil voltar de Manchester com algum ponto na bagagem. Dá Manchester City.
Villarreal e Bayern de Munique. Embora jogue no estádio El Madrigal, não vejo o Villarreal como favorito diante da qualificada equipe bávara, que vem de uma goleada por 7a0 sobre o Freiburg. Dá Bayern de Munique.
Grupo B
Lille e CSKA Moscou. Vindo de três vitórias consecutivas no Campeonato Francês (onde é atualmente 3º colocado) e contando com o reforço do meia inglês Joe Cole para essa temporada, o Lille tem totais condições de estrear na Liga dos Campeões com vitória - ainda mais por estar jogando em seu estádio. O CSKA, que também tem jogadores qualificados em seu plantel (como por exemplo o atacante brasileiro Vágner Love), não vive bom momento no ano de seu centenário de fundação: vem de derrota por 4a0 para o Dínamo Moscou - mas mesmo assim é vice-líder no Campeonato Russo. Dá Lille.
Internazionale e Trabzonspor. Com todo respeito ao clube turco que herdou a vaga do punido Fenerbahce, mas é mais provável chover granizo no deserto do Saara do que a equipe conseguir "tirar pontos" da Inter em Milão. Há uma grande diferença de nível técnico entre os dois times - e olha que simpatizo com três ou quatro jogadores da equipe visitante! Dá Internazionale.
Grupo C
Basel e Otelu Galati. O Basel vem de duas vitórias no Campeonato Suíço (onde figura na 4ª posição) enquanto o Galati amarga duas derrotas consecutivas no Campeonato Romeno, aparecendo em 14º lugar no torneio. Creio que a seqüência de vitórias e derrotas chegará a um terceiro jogo. Dá Basel.
Benfica e Manchester United. O atual vice-campeão continental é franco favorito para uma das vagas nessa chave, mas terá na estréia justamente o que pode ser considerado o jogo mais difícil que deverá disputar nessa fase de grupos: o Benfica no estádio da Luz. É uma partida onde tudo pode acontecer e, embora o time português não seja tão forte quanto o inglês, a "preocupação" de Alex Ferguson com o duelo com o Chelsea pode ser a chance dos comandados de Jorge Jesús aprontarem alguma coisa em Lisboa. Dá empate.
Grupo D
Ajax e Lyon. Eis uma partida que considero interessante: o atual campeão holandês recebe em Amsterdã a boa equipe francesa, acostumada a jogar a Liga dos Campeões e a passar de fase. Os dois times iniciaram bem essa temporada, estando o Ajax e o Lyon nos respectivos 1º e 2º lugares em suas ligas nacionais, vindos de duas vitórias consecutivas. O fator campo é o que mais influencia o meu palpite. Dá Ajax.
Dínamo Zagreb e Real Madrid. 'Faria de tudo para jogar essa partida'. Com essas palavras do croata Davor Suker, que teve dias de muitas alegrias vestindo a camisa de cada um desses clubes, fica a expectativa de um duelo de qualidade no estádio Maksimir, em Zagreb. O Real até tem um favoritismo consigo, mas creio que não será nada fácil voltar da Croácia com uma vitória. Espero assistir essa partida e poder comentá-la ainda hoje. Dá empate.
No grupo E, o Genk recebeu o Valência e as equipes protagonizaram o único empate em 0a0 até aqui. Não é nada mal trazer um ponto da Bélgica para a Espanha, mas no caso de Chelsea e Bayer Leverkusen conseguirem uma vitória no estádio Cristal Arena, a equipe espanhola fica em desvantagem na disputa por vaga nas oitavas-de-final. Sinceramente, não acredito que o Genk possa avançar na Liga dos Campeões. Na outra partida, o Chelsea venceu o Bayer Leverkusen por 2a0 em Stamford Bridge - e com direito a bonito gol do zagueiro brasileiro David Luiz. Quem fechou o placar foi o espanhol Juan Manuel Mata, recém-contratado junto ao Valência.
No grupo F, o Arsenal conseguiu sair na frente em Dortmund (gol do holandês Robin van Persie), mas cedeu o empate ao Borussia nos últimos minutos, em belo chute do croata Ivan Perisic (que nas duas últimas temporadas atuava pelo Club Brugge). Então, quem largou na frente nessa chave foi o Olympique de Marseille: com uma vitória por 1a0 em pleno estádio Georgios Karaiskáki (gol do experiente argentino "Lucho" González), os comandados de Didier Deschamps deram importante passo para caminhar em direção à próxima fase. Se já era improvável para os gregos avançarem num grupo dessa dificuldade, a derrota em casa para os franceses deve convidar o Olympiakos a concentrar esforços por um lugar na Liga Europa.
No grupo G, os donos da casa fizeram valer o fator campo. O Porto venceu o Shakhtar Donetsk de virada, em jogo onde os três gols foram brasileiros: Luiz Adriano abriu o placar para os ucranianos, Hulk empatou em chutaço em cobrança de falta (havia desperdiçado um pênalti nessa partida) e Kleber marcou 2a1 para o time português, atual campeão na Liga Europa. Vale colocar que os visitantes terminaram a partida com nove homens em campo, já que Raktskiy e Chygrynskiy foram expulsos. Os chiprianos do Apoel também ganharam de virada, também contaram com gols brasileiros e também terminaram a partida em vatangem numérica diante dos russos do Zenit. Zyryanov abriu a contagem no segundo tempo, mas o Apoel foi buscar a vitória com gols de Gustavo Manduca e Aílton Almeida - o português Bruno Alves recebeu cartão vermelho logo depois do Apoel assumir a vantagem no placar.
No grupo H, dois empates. Enquanto os brasileiros Alexandre Pato (com um gol no primeiro minuto de partida) e Thiago Silva (com um gol nos acréscimos do jogo) ajudaram o Milan no empate por 2a2 com o Barcelona em pleno estádio Camp Nou (Pedro Rodríguez e David Villa marcaram para os catalães), Viktoria Plzen e BATE Borisov não foram capazem de tomarem a ponta na classificação, pois também empataram: o eslovaco Bakos marcou para os tchecos e o brasileiro Renan empatou para os bielorrusos.
Quantos aos jogos de hoje, que começam às 15:45h, vamos aos pitacos.
Grupo A
Manchester City e Napoli. Com um grande investimento e a formação de uma equipe de muita qualidade, os Citizens têm o favoritismo para esse jogo. Os napolitanos, que estrearam na Série A 2011-2 vencendo o Cesena fora de casa por 3a1, estão com uma equipe reforçada em relação à última temporada, mas não será fácil voltar de Manchester com algum ponto na bagagem. Dá Manchester City.
Villarreal e Bayern de Munique. Embora jogue no estádio El Madrigal, não vejo o Villarreal como favorito diante da qualificada equipe bávara, que vem de uma goleada por 7a0 sobre o Freiburg. Dá Bayern de Munique.
Grupo B
Lille e CSKA Moscou. Vindo de três vitórias consecutivas no Campeonato Francês (onde é atualmente 3º colocado) e contando com o reforço do meia inglês Joe Cole para essa temporada, o Lille tem totais condições de estrear na Liga dos Campeões com vitória - ainda mais por estar jogando em seu estádio. O CSKA, que também tem jogadores qualificados em seu plantel (como por exemplo o atacante brasileiro Vágner Love), não vive bom momento no ano de seu centenário de fundação: vem de derrota por 4a0 para o Dínamo Moscou - mas mesmo assim é vice-líder no Campeonato Russo. Dá Lille.
Internazionale e Trabzonspor. Com todo respeito ao clube turco que herdou a vaga do punido Fenerbahce, mas é mais provável chover granizo no deserto do Saara do que a equipe conseguir "tirar pontos" da Inter em Milão. Há uma grande diferença de nível técnico entre os dois times - e olha que simpatizo com três ou quatro jogadores da equipe visitante! Dá Internazionale.
Grupo C
Basel e Otelu Galati. O Basel vem de duas vitórias no Campeonato Suíço (onde figura na 4ª posição) enquanto o Galati amarga duas derrotas consecutivas no Campeonato Romeno, aparecendo em 14º lugar no torneio. Creio que a seqüência de vitórias e derrotas chegará a um terceiro jogo. Dá Basel.
Benfica e Manchester United. O atual vice-campeão continental é franco favorito para uma das vagas nessa chave, mas terá na estréia justamente o que pode ser considerado o jogo mais difícil que deverá disputar nessa fase de grupos: o Benfica no estádio da Luz. É uma partida onde tudo pode acontecer e, embora o time português não seja tão forte quanto o inglês, a "preocupação" de Alex Ferguson com o duelo com o Chelsea pode ser a chance dos comandados de Jorge Jesús aprontarem alguma coisa em Lisboa. Dá empate.
Grupo D
Ajax e Lyon. Eis uma partida que considero interessante: o atual campeão holandês recebe em Amsterdã a boa equipe francesa, acostumada a jogar a Liga dos Campeões e a passar de fase. Os dois times iniciaram bem essa temporada, estando o Ajax e o Lyon nos respectivos 1º e 2º lugares em suas ligas nacionais, vindos de duas vitórias consecutivas. O fator campo é o que mais influencia o meu palpite. Dá Ajax.
Dínamo Zagreb e Real Madrid. 'Faria de tudo para jogar essa partida'. Com essas palavras do croata Davor Suker, que teve dias de muitas alegrias vestindo a camisa de cada um desses clubes, fica a expectativa de um duelo de qualidade no estádio Maksimir, em Zagreb. O Real até tem um favoritismo consigo, mas creio que não será nada fácil voltar da Croácia com uma vitória. Espero assistir essa partida e poder comentá-la ainda hoje. Dá empate.
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