
O Arsenal dominou territorialmente, fiel a uma filosofia de jogo implementada pelo ótimo Arsène Wenger - Ramsey, Arteta, Cazorla, Podolski, Gervinho e Giroud formaram o sexteto ofensivo da equipe, que a todo momento circulava a bola no campo de ataque. Apesar de administrar a posse com competência, o time parecia previsível no momento de dar aquele passe mais agudo. A entrada de Chamberlain no segundo tempo poderia dar maior velocidade pelos flancos, mas o jogador sentiu uma contusão e não ficou nem dez minutos no gramado.
A posterior entrada de Arshavin melhorou a qualidade do passe e parecia que o gol amadurecia. Mas todas as poucas chances claras de empate foram frustradas, esbarrando na segura atuação do goleiro John Ruddy ou na muralha verde-amarela que protegia a sua grande área. A última cartada de Wenger foi a entrada do jovem atacante alemão Gnabry, mas a maior chance de novo gol no jogo foi do Norwich, quando Vermaelen escorregou pouco a frente da linha do meio-campo e Holt arrancou sozinho, desperdiçando o que seria o segundo gol numa cavadinha que facilitou a intervenção de Manonne. De toda forma, a maioria dos 26825 presentes festejaram o resultado que tirou o Norwich da zona de rebaixamento - foi a primeira vitória dos Canários no campeonato. Em nono, o Arsenal se afasta do topo da tabela (está a dez pontos do líder Chelsea, que venceu o Tottenham no estádio White Hart Lane por 4a2).
O Arsenal perdeu, agora é não se abalar e buscar o G4 que com este resultado negativo está mais longe.
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