
As equipes argentinas e brasileiras iniciam sua participação a partir da segunda fase, com exceção do Independiente, que já está automaticamente garantido na fase oitavas-de-final. Eis os duelos envolvendo clubes argentinos e brasileiros na segunda fase - todos eles confrontos caseiros (partidas envolvendo um brasileiro e um argentino só poderão acontecer a partir da fase quartas-de-final).
Argentinos Juniors e Vélez Sarsfield (jogos em 1º de setembro e 8 de setembro)
Vasco e Palmeiras (jogos em 11 de agosto e 25 de agosto)
Arsenal de Sarandí e Estudiantes (jogos em 30 de agosto e 6 de setembro)
Atlético Mineiro e Botafogo (jogos em 10 de agosto e 23 de agosto)
Lanús e Godoy Cruz (jogos em 10 de agosto e 24 de agosto)
Ceará e São Paulo (jogos em 10 de agosto e 24 de agosto)
Flamengo e Atlético Paranaense (jogos em 10 de agosto e 24 de agosto)
Não é nada recomendável dar um pitaco nessa altura do campeonato. Explica-se: a Copa Sul-Americana costuma "engrenar" mais próximo de seu desfecho. Nessas primeiras fases eliminatórias, muitos clubes simplesmente priorizam suas ligas nacionais e escalam equipes recheadas de reservas na competição continental. Uma questão de prioridade, que muitas das vezes gera arrependimento a um time eventualmente eliminado, com aquela sensação de "não consegui a vaga na Libertadores através do campeonato doméstico e poderia tê-la conquistado pela Copa Sul-Americana". O fato é que argentinos e brasileiros têm, sim, algum favoritismo. Mas não se pode desprezar o peso da camisa de equipes como o Nacional do Uruguai, a Univeridad de Chile e a equatoriana LDU. Além, é claro, do fator surpresa: quem imaginaria que Argentina e Brasil cairiam na fase quartas-de-final na Copa América 2011 e Peru e Venezuela marcariam presença na fase semifinal? Coisas do futebol.
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